Serviço de Corte de Substratos no CTI Renato Archer

CTI Renato Archer • Microeletrônica • Laboratório Aberto

Serviço de Corte de Substratos do CTI Renato Archer

Panorama técnico, operacional e estratégico do serviço de redução dimensional utilizado na individualização de circuitos e no processamento de substratos para microeletrônica, semicondutores, componentes eletrônicos e aplicações de alta precisão.

Redução dimensional Empacotamento eletrônico 13 tipos de lâminas Valor sob consulta Campinas/SP
Órgão CTI Renato Archer, unidade de pesquisa do MCTI.
Solicitação Por e-mail: servicos@cti.gov.br.
Custo Valor do serviço informado sob consulta.
Prazo total Não previamente estimado pelo serviço oficial.
Resumo direto: o corte de substratos, também denominado pelo CTI de redução dimensional, é um processo associado ao empacotamento eletrônico destinado à individualização de circuitos microfabricados com elevada precisão dimensional. A infraestrutura oficial informa disponibilidade de 13 tipos de lâminas para materiais como silício, alumina, quartzo, máscaras fotolitográficas, niobato/tantalato de lítio, nitreto de alumínio e QFN/cobre.
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Contextualização institucional e o papel do CTI Renato Archer

O Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer (CTI), localizado em Campinas, Estado de São Paulo, é uma unidade de pesquisa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). Desde 1982, a instituição atua em parceria com agentes do setor privado, da academia e do governo, desenvolvendo competências tecnológicas destinadas à geração de inovação em processos e produtos e ao fortalecimento da capacidade produtiva nacional.

Sua infraestrutura laboratorial especializada é utilizada em projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação e está organizada em torno de quatro grandes eixos: Indústria 4.0, Saúde Avançada, Tecnologias Habilitadoras e Governo Digital. Dentro de Tecnologias Habilitadoras encontram-se, entre outros campos, micro e nanoeletrônica, nanotecnologia, materiais avançados, fotônica e semicondutores.

O endereço institucional divulgado pelo CTI é Rodovia Dom Pedro I (SP-65), km 143,6, Amarais, Campinas/SP. O Parque Tecnológico CTI-Tec integra o ambiente institucional instalado no campus do CTI e possui modelo próprio de gestão e interação com empresas e instituições.

Para ampliar o acesso à infraestrutura científica e tecnológica, o Centro mantém Laboratórios Abertos multiusuários e oferece serviços tecnológicos especializados catalogados em sua Carta de Serviços no Portal Gov.br. Nesse contexto, o serviço de corte de substratos aparece classificado na área de assistência especializada, em Calibração, Processos e Experimentos.

Validação importante: a nomenclatura oficial do serviço é “Solicitar serviço de corte de substratos – CTI Renato Archer”, sendo também identificado como “redução dimensional”.
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Fundamentação técnica do processo de corte de substratos

No ecossistema de fabricação e empacotamento eletrônico, o corte de substratos é utilizado para separar ou dimensionar estruturas microfabricadas e materiais que precisam atingir dimensões específicas antes de etapas posteriores de montagem, interconexão, encapsulamento, caracterização ou validação.

Segundo a descrição oficial do CTI, o processo de empacotamento eletrônico individualiza circuitos microfabricados com alta precisão dimensional, permitindo sua montagem em estruturas de proteção e o acesso às funcionalidades do dispositivo.

Além da individualização de estruturas microfabricadas, o serviço contempla aplicações que demandem redução dimensional, fabricação de substratos ou fabricação de dispositivos com alta precisão dimensional.

Em aplicações típicas de microeletrônica, a qualidade do processo de corte pode ser importante para evitar danos nas regiões próximas à linha de separação. Dependendo do material, geometria, espessura, revestimentos e processo utilizado, fenômenos como lascamento de borda (chipping), microtrincas, delaminações ou geração de partículas podem ser parâmetros relevantes de engenharia.

Precisão terminológica: a página oficial do serviço informa que o laboratório dispõe de 13 tipos de lâminas. Embora lâminas abrasivas de alta precisão sejam comuns nesse tipo de processo industrial, a fonte pública consultada não afirma que todas as 13 variedades sejam necessariamente diamantadas. Por isso, essa qualificação não é utilizada como informação oficial nesta página.

A disponibilidade de diferentes lâminas permite adequar o processo às propriedades do material e às exigências dimensionais do projeto. Na prática, parâmetros como espessura da lâmina, característica abrasiva, velocidade de processamento, geometria da peça e condição do substrato podem influenciar a estratégia de corte adotada pela equipe técnica.

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Materiais e substratos indicados pelo CTI

O catálogo oficial cita diversos materiais para os quais existem tipos de lâminas disponíveis no laboratório. A relação demonstra a diversidade de aplicações do serviço em microeletrônica, fotônica, eletrônica de potência e tecnologias de microfabricação.

Substrato / material Notação técnica Propriedades e aplicações típicas
Silício Si Base tecnológica amplamente utilizada em circuitos integrados, dispositivos MEMS, sensores, componentes eletrônicos e fotônicos.
Alumina Al2O3 Cerâmica técnica com propriedades dielétricas, utilizada em substratos, circuitos híbridos e diversas aplicações eletrônicas.
Quartzo SiO2 Material empregado em aplicações ópticas, piezoelétricas, microfabricação e dispositivos de precisão.
Máscaras fotolitográficas Vidro/quartzo com camada de Cr, conforme a aplicação Estruturas utilizadas na transferência de padrões durante processos de microfabricação e fotolitografia.
Niobato ou tantalato de lítio LiNbO3 / LiTaO3 Materiais ferroelétricos empregados, entre outras aplicações, em dispositivos acústicos, ópticos e eletro-ópticos.
Nitreto de alumínio AlN Cerâmica técnica de interesse em aplicações que combinam isolamento elétrico e gerenciamento térmico.
QFN / cobre QFN / Cu Aplicável a estruturas e componentes associados a processos de montagem e empacotamento eletrônico.
Atenção: a possibilidade efetiva de processamento de determinada amostra, sua geometria, espessura, revestimentos e tolerâncias deve ser analisada previamente pela equipe técnica do CTI.
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Fluxo operacional: como solicitar o corte de substratos

O acesso ao serviço é estruturado pelo CTI em três etapas principais. O canal oficial informado para a solicitação e para o relacionamento durante o processo é o e-mail servicos@cti.gov.br.

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Solicitar o serviço

O interessado encaminha a demanda por e-mail. A equipe técnica verifica capacidade, disponibilidade e recursos necessários para prestar o serviço.

Se necessário, a área responsável entra em contato para esclarecer aspectos técnicos necessários à elaboração da proposta.

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Aceitar a proposta e pagar

Após a definição do atendimento, o cliente formaliza o aceite da proposta comercial e encaminha o comprovante de pagamento conforme as instruções recebidas.

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Execução e conclusão

A área técnica realiza o serviço e informa sua conclusão ao usuário por meio do endereço eletrônico fornecido na solicitação inicial.

Etapa Canal Ação Prazo oficial
1. Solicitação servicos@cti.gov.br Envio da demanda, análise de capacidade, disponibilidade, recursos e esclarecimentos técnicos. Atendimento imediato para a etapa inicial.
2. Proposta e pagamento E-mail Aceite formal da proposta comercial e comprovação do pagamento. Não estimado previamente.
3. Execução e conclusão E-mail Realização do serviço pela área técnica e comunicação de conclusão. Não estimado previamente.
Prazo total: o Portal Gov.br informa que o tempo total do serviço ainda não possui estimativa previamente definida. Portanto, não é recomendável prometer prazo fixo antes da avaliação do CTI.
Entrega do material: a página oficial consultada informa a comunicação eletrônica da conclusão e o recebimento do serviço pelo cliente, mas não estabelece publicamente, de forma geral, um procedimento único de retirada física ou envio logístico. Esse ponto deve ser confirmado diretamente com o CTI para cada atendimento.
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Quem pode utilizar o serviço e como funciona a contrapartida

De acordo com o cadastro oficial do serviço, podem utilizar a infraestrutura:

Pesquisa e ensino

Pesquisadores e estudantes envolvidos em desenvolvimento científico e tecnológico.

Empresas e startups

Empresas estabelecidas e negócios inovadores em diferentes estágios de desenvolvimento.

Instituições

Instituições públicas ou privadas interessadas em projetos e serviços especializados.

Inventores

Inventores que pretendam desenvolver projetos para divulgação científica ou eventual colocação no mercado.

O Portal Gov.br estabelece que o acesso é franqueado mediante contrapartida financeira ou não financeira, conforme a Política de Inovação do CTI e seu regramento interno.

Para o serviço de corte de substratos, o valor financeiro é informado sob consulta. Isso permite que a proposta considere as características específicas da demanda analisada pelo laboratório.

Antes de solicitar: é recomendável organizar informações sobre o material, quantidade de amostras, dimensões atuais, dimensões desejadas, espessura, geometria, eventuais revestimentos, tolerâncias críticas e finalidade do processamento. A equipe do CTI definirá quais informações efetivamente serão necessárias.
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Arcabouço normativo, qualidade e direitos do usuário

Como serviço público federal, o atendimento está sujeito às normas de proteção dos usuários de serviços públicos, especialmente à Lei nº 13.460, de 26 de junho de 2017.

A própria página oficial do serviço destaca que o atendimento deve observar diretrizes como:

  • urbanidade;
  • respeito;
  • acessibilidade;
  • cortesia;
  • presunção da boa-fé do usuário;
  • igualdade;
  • eficiência;
  • segurança; e
  • ética.

A Lei nº 13.460/2017 estabelece ainda a necessidade de manutenção, nos atendimentos presenciais, de instalações salubres, seguras, sinalizadas, acessíveis e adequadas ao serviço e ao atendimento.

Atendimento prioritário

A referência oficial do serviço menciona a Lei nº 10.048/2000. É importante considerar sua redação atualmente vigente, alterada, entre outras normas, pela Lei nº 14.626/2023.

Atualmente, possuem atendimento prioritário, nos termos da lei:

  • pessoas com deficiência;
  • pessoas com transtorno do espectro autista;
  • pessoas idosas com idade igual ou superior a 60 anos;
  • gestantes;
  • lactantes;
  • pessoas com criança de colo;
  • pessoas obesas;
  • pessoas com mobilidade reduzida; e
  • doadores de sangue, observadas as condições específicas previstas na legislação.
Atualização legislativa: listas antigas que mencionam apenas pessoas com deficiência, idosos, gestantes, lactantes, pessoas com criança de colo e obesos estão incompletas após a alteração promovida pela Lei nº 14.626/2023.
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Integração com o ecossistema de microeletrônica do CTI

O corte de substratos não precisa ser analisado isoladamente. O portfólio público do CTI reúne outros serviços de microfabricação, montagem, caracterização e análise capazes de complementar projetos que envolvem componentes eletrônicos, semicondutores e dispositivos microfabricados.

Etapas anteriores ao corte

O CTI disponibiliza serviço de fabricação de máscaras por escrita direta, fotolitografia por copiadora e deposição de metais finos.

No processo de fabricação de fotomáscaras, o serviço oficial menciona o uso de gerenciador de padrões óptico DWL e processos de revelação, inspeção e caracterização. A instituição oferece também deposição por evaporação térmica de filmes metálicos sobre diversos substratos.

Etapas posteriores ao corte

Entre os serviços relacionados está a microssoldagem, também denominada soldagem de microfios e soldagem de dies. O CTI informa possuir capacidade para soldagem de microfios entre estruturas microfabricadas e terminais de cápsulas ou placas de circuito impresso.

Em 2026, o catálogo oficial passou a apresentar também serviço específico de montagem técnica Flip Chip, técnica de empacotamento de semicondutores em que a face do componente é posicionada em direção ao substrato e as conexões elétricas são estabelecidas por solda ou saliências metálicas em vez de fios.

Caracterização e análise

Para análise morfológica e de materiais, o CTI oferece microscopia eletrônica de varredura (MEV) com equipamento FEG-SEM e possibilidade de Espectroscopia por Energia Dispersiva (EDS).

O MEV permite obter informações de morfologia superficial em alta resolução, enquanto o EDS possibilita a identificação de elementos químicos presentes na região analisada. Dependendo do projeto e da preparação da amostra, essas técnicas podem apoiar a avaliação de superfícies, bordas, defeitos ou características do material processado.

O catálogo institucional apresenta ainda serviços de abertura de encapsulamento de componentes eletrônicos, inspeção visual por microscopia óptica, ensaio de contaminação iônica, análises de falhas, testes elétricos e manufatura aditiva, entre outros.

Serviço complementar Nomenclatura / técnica Possível integração no projeto
Fabricação de máscaras e deposição Fotomáscara, DWL, fotolitografia e evaporação térmica Microfabricação e formação de estruturas ou filmes antes da individualização do substrato.
Microssoldagem Wire bonding / soldagem de dies Interconexão de estruturas microfabricadas aos terminais de cápsulas ou placas de circuito impresso.
Montagem Flip Chip Flip chip Montagem de semicondutores com conexões voltadas diretamente para o substrato.
Abertura de encapsulamento Decapsulação / abertura de componentes Acesso ao interior de componentes para determinadas atividades de caracterização ou análise de falhas.
Microscopia eletrônica MEV / FEG-SEM / EDS Caracterização morfológica e obtenção de informações sobre composição química superficial.
Inspeção visual Microscopia óptica Inspeções visuais e análises de estruturas e componentes.
Contaminação iônica Ensaio de contaminação iônica Avaliação de resíduos iônicos em placas e processos eletrônicos, conforme o escopo do serviço contratado.
Manufatura aditiva Impressão 3D Desenvolvimento de peças, componentes, dispositivos, suportes ou protótipos conforme o serviço e o material disponíveis.
Importante: a existência de serviços complementares no portfólio do CTI não significa que eles estejam automaticamente incluídos na contratação do corte de substratos. Cada etapa deve ser tecnicamente avaliada e, quando aplicável, solicitada e orçada separadamente.
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Impactos sistêmicos, inovação e perspectivas nacionais

Infraestruturas de micro e nanoeletrônica envolvem equipamentos especializados, manutenção, instalações adequadas, consumíveis específicos e profissionais tecnicamente capacitados. Esses requisitos tornam relevante a existência de laboratórios multiusuários capazes de compartilhar infraestrutura entre universidades, pesquisadores, empresas e empreendedores.

Nesse sentido, o modelo de Laboratório Aberto do CTI pode reduzir barreiras de acesso a infraestrutura científica de alta complexidade, particularmente em atividades de prototipagem e pesquisa nas quais a aquisição de equipamentos dedicados não seria economicamente racional.

O compartilhamento de laboratórios integra formalmente as atribuições institucionais da área responsável pelos Laboratórios Abertos do CTI, que coordena políticas e infraestrutura multiusuária destinadas a pesquisadores internos e externos.

CTI-Tec e empresas de base tecnológica

O Parque Tecnológico CTI-Tec amplia essa estratégia de interação com o ecossistema de inovação. Em dezembro de 2024, o CTI formalizou parceria com a Fundepag para apoiar a gestão operacional e a implantação do Parque Tecnológico.

Em 2025 e 2026 foram divulgadas iniciativas de incubação, pré-incubação e residência voltadas a empresas de base científica e tecnológica. Entre os campos contemplados aparecem micro e nanoeletrônica, materiais avançados, nanotecnologia, sensores, Internet das Coisas, inteligência artificial, manufatura aditiva, robótica e biofabricação.

Essa combinação entre infraestrutura laboratorial, competências de pesquisa, serviços tecnológicos e ambientes voltados a empresas pode favorecer a passagem de projetos da fase conceitual para protótipos, ensaios e validações tecnológicas.

Em perspectiva nacional, a manutenção de competências públicas em microeletrônica, materiais e empacotamento eletrônico contribui para a formação de recursos humanos, desenvolvimento de conhecimento, apoio à inovação empresarial e fortalecimento do ecossistema brasileiro de hardware e semicondutores.

Análise estratégica: é razoável considerar que infraestrutura pública desse tipo contribua para reduzir determinadas dependências tecnológicas e facilitar prototipagem nacional. Entretanto, isso não significa que o CTI, isoladamente, substitua toda a cadeia industrial de encapsulamento ou produção de semicondutores existente no exterior.
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Perguntas frequentes

O que é o serviço de corte de substratos do CTI?
É um serviço de redução dimensional relacionado ao empacotamento eletrônico, utilizado para individualizar circuitos microfabricados e atender aplicações que exigem fabricação ou redução dimensional de substratos e dispositivos com alta precisão.
Como faço para solicitar?
A solicitação oficial é encaminhada para servicos@cti.gov.br. A equipe técnica verifica capacidade, disponibilidade e recursos necessários.
Quanto custa?
O Portal Gov.br informa que o valor do serviço é sob consulta. A contratação depende da proposta elaborada para a demanda apresentada.
Qual é o prazo?
A etapa inicial de solicitação aparece no serviço oficial como “atendimento imediato”. Entretanto, a etapa comercial, a execução e o prazo total não possuem estimativa prévia publicada.
Quais materiais são citados pelo CTI?
Entre os exemplos oficiais estão silício, alumina, quartzo, máscaras fotolitográficas, niobato ou tantalato de lítio, nitreto de alumínio e QFN/cobre.
Quantos tipos de lâminas estão disponíveis?
A descrição oficial informa disponibilidade de 13 tipos de lâminas para diferentes substratos.
Empresas e startups podem utilizar o serviço?
Sim. O público indicado pelo CTI inclui pesquisadores, estudantes, empresas, startups, instituições públicas ou privadas e inventores.
Existem outros serviços de microeletrônica no CTI?
Sim. O catálogo oficial inclui, entre outros, microssoldagem, fabricação de máscaras, fotolitografia, deposição de metais, MEV/EDS, abertura de encapsulamento, inspeção óptica, análise de falhas e outros serviços tecnológicos.

Fontes consultadas

  1. Gov.br — Solicitar serviço de corte de substratos — CTI Renato Archer . Fonte principal para escopo, materiais, 13 tipos de lâminas, público, etapas, canal, custos e prazos.
  2. CTI Renato Archer — Sobre o CTI . Informações institucionais, vinculação ao MCTI, atuação desde 1982 e eixos tecnológicos.
  3. CTI Renato Archer — Carta de Serviços ao Usuário .
  4. CTI Renato Archer — Canais oficiais de atendimento . Endereço institucional e contatos.
  5. Gov.br — Fabricação de máscaras, fotolitografia e deposição de metais finos .
  6. Gov.br — Serviço de microssoldagem — CTI Renato Archer .
  7. Gov.br — Análise por microscopia eletrônica de varredura — MEV/EDS .
  8. Gov.br — Catálogo de serviços do Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer .
  9. CTI — Parceria com a Fundepag para o Parque Tecnológico CTI-Tec .
  10. CTI — Incubação, pré-incubação e residência no CTI-Tec .
  11. Presidência da República — Lei nº 13.460/2017 .
  12. Presidência da República — Lei nº 10.048/2000, redação vigente .
  13. Presidência da República — Lei nº 14.626/2023 .
Observação: conteúdo informativo elaborado a partir das fontes oficiais consultadas. Condições técnicas, disponibilidade de equipamento, materiais processáveis, requisitos de amostra, valores, formas de entrega e prazos podem ser alterados pelo CTI Renato Archer. Antes de contratar ou enviar materiais, confirme diretamente as condições vigentes pelo canal oficial do serviço.