Tecnologia mineral • Ciência de superfícies • CETEM
Caracterização Nanométrica de Superfícies Minerais por Microscopia de Força Atômica
Entenda a estrutura técnica, os modos de operação, o procedimento de acesso e as aplicações da Microscopia de Força Atômica AFM nos estudos de superfícies, interfaces e processos de tecnologia mineral realizados no CETEM.
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Visão geral e contexto institucional
O serviço público denominado “Solicitar Análises de Microscopia de Força Atômica (AFM) para Caracterização de Superfícies em Processos de Tecnologia Mineral” encontra-se disponibilizado no Portal Gov.br e é prestado pelo Centro de Tecnologia Mineral — CETEM, unidade de pesquisa vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação — MCTI.
A caracterização de superfícies em escala nanométrica contribui para a compreensão de fenômenos interfaciais relevantes em flotação, aglomeração, separação sólido-líquido, tratamento de efluentes, desenvolvimento de materiais e outras etapas do processamento mineral. Em projetos mais abrangentes, os resultados também podem auxiliar a avaliação de problemas relacionados à cominuição, embora o AFM não substitua os ensaios mecânicos e granulométricos próprios dessa operação.
Conforme a descrição oficial, o serviço possibilita investigar morfologia, rugosidade e propriedades físicas, químicas, elétricas ou magnéticas de superfícies. As análises podem produzir imagens bidimensionais e tridimensionais e informações locais que não são obtidas apenas por técnicas ópticas convencionais.
Processos minerais dependem da forma como partículas, água, íons, coletores, depressores e outros reagentes interagem nas interfaces. Alterações nanométricas de rugosidade, carga, adesão ou hidrofobicidade podem influenciar o comportamento macroscópico de uma operação industrial.
O público informado pelo Gov.br abrange pesquisadores, estudantes, empresas, startups, instituições públicas ou privadas e inventores interessados no desenvolvimento de projetos para divulgação científica ou aplicação no mercado.
Infraestrutura laboratorial e modelo multiusuário
O atendimento está relacionado à infraestrutura do Laboratório Multiusuário de Processamento Mineral — LMProMin e à unidade dedicada à química de interfaces e materiais nanoestruturados. Em páginas institucionais históricas, a estrutura também é mencionada como Laboratório de Interações Superficiais Nanométricas — LS-NANO.
Essa estrutura multiusuária pode apoiar projetos acadêmicos e demandas de pesquisa, desenvolvimento e inovação — PD&I — provenientes do setor produtivo. Entre os materiais citados na Carta de Serviços estão matrizes metálicas, cerâmicas, poliméricas, biológicas e minerais.
AFM e ciência de superfícies
- Topografia superficial em alta resolução;
- Mapas 2D e representações 3D;
- Parâmetros de rugosidade;
- Mapeamento de fase e de força;
- Estudos de adesão e interação entre superfícies;
- Operação em ar e, quando disponível, em meio líquido.
Técnicas complementares
Dependendo do projeto e da disponibilidade, a interpretação pode ser combinada com:
- Ângulo de contato e molhabilidade;
- Tensão superficial;
- Mobilidade eletroforética e potencial zeta;
- Espectroscopia FTIR;
- MEV/EDS;
- Espectroscopia Micro-Raman.
Trabalhos e materiais institucionais mencionam equipamentos como o goniômetro Krüss DSA25 e o analisador Malvern Zetasizer Nano ZS. A presença histórica desses modelos não deve ser interpretada como confirmação de disponibilidade atual ou como inclusão automática na proposta de AFM.
Como funciona a Microscopia de Força Atômica
A Microscopia de Força Atômica utiliza uma ponta extremamente fina posicionada na extremidade de uma haste flexível, denominada cantilever. Durante a varredura, as forças de interação entre a ponta e a amostra provocam deflexões ou alterações na oscilação do cantilever.
Em uma configuração óptica comum, um feixe de laser refletido na parte superior do cantilever alcança um fotodiodo sensível à posição. O sistema converte as variações detectadas em sinais capazes de representar a topografia e outras propriedades locais da superfície.
O resultado não é uma fotografia convencional. A imagem é reconstruída a partir da resposta da sonda durante a varredura. Por isso, calibração, escolha do cantilever, velocidade de varredura, força aplicada, condição ambiental e preparo da amostra afetam diretamente a qualidade e a interpretação dos dados.
Modos analíticos de AFM
A Carta de Serviços informa que o equipamento pode operar em modos de contato, contato intermitente, contraste de fase, força magnética, força elétrica e mapeamento de força. A escolha depende da superfície, do objetivo analítico e dos acessórios disponíveis.
Modo contato
A ponta permanece em contato com a superfície durante a varredura, geralmente sob uma força controlada. É indicado sobretudo para superfícies rígidas e pode apoiar estudos de topografia e atrito local.
Como há forças laterais e de cisalhamento, o modo exige cuidado com amostras frágeis, partículas pouco aderidas e filmes macios.
Modo contato intermitente — tapping
O cantilever oscila próximo de sua frequência de ressonância e toca a amostra de modo intermitente. A redução das forças laterais favorece a análise de filmes finos, superfícies delicadas, partículas e camadas de reagentes adsorvidos.
Contraste de fase
O sistema acompanha a diferença de fase entre a excitação aplicada e a resposta do cantilever. O contraste pode revelar heterogeneidades de composição, adesão, dissipação de energia e propriedades viscoelásticas, mas não representa sozinho uma identificação química inequívoca.
Microscopia de Força Magnética — MFM
Emprega sonda apropriada para mapear gradientes de força magnética. Pode ser útil na investigação de fases minerais magnéticas, desde que a configuração e a sonda estejam disponíveis para o projeto.
Microscopia de Força Elétrica — EFM
Permite avaliar interações eletrostáticas e distribuições locais de potencial ou carga. A preparação da superfície, o ambiente e as condições elétricas devem ser cuidadosamente controlados.
Mapeamento e espectroscopia de força
Registra curvas de força em função da distância durante os ciclos de aproximação e retração da sonda. Conforme o protocolo, pode estimar adesão, rigidez local, interações hidrofóbicas e forças relacionadas à dupla camada elétrica.
Em estudos de sistemas coloidais, esses resultados podem ser comparados com modelos de interação, inclusive a teoria DLVO, desde que sejam conhecidos parâmetros como força iônica, geometria, potencial superficial e condição química do meio.
Fluxo de solicitação e acesso ao serviço
O pedido começa pelo formulário eletrônico de solicitação de apoio do LMProMin. O interessado deve descrever o projeto, selecionar o laboratório pertinente e informar a natureza da demanda.
Submeter a demanda
Preencher o formulário do LMProMin com dados do solicitante, projeto, amostras e objetivo analítico.
Aguardar a avaliação
A equipe verifica viabilidade, segurança, compatibilidade da amostra, método e disponibilidade de agenda.
Formalizar o atendimento
Quando aplicável, o solicitante recebe a proposta e formaliza o aceite, o pagamento ou a contrapartida definida.
Executar e receber dados
Após alinhamento técnico e envio das amostras, são realizadas as análises e preparados os resultados previstos no escopo.
Canal de solicitação
Formulário eletrônico do LMProMin
No formulário, deve ser selecionada a unidade laboratorial compatível com o estudo de química de interfaces e materiais nanoestruturados.
Contato informado no Gov.br
A Carta de Serviços identifica Marisa Bezerra de Mello Monte como contato para dúvidas e para a etapa de formalização indicada no portal.
| Etapa ou parâmetro | Informação validada | Observação prática |
|---|---|---|
| Denominação | Solicitar Análises de Microscopia de Força Atômica para Caracterização de Superfícies em Processos de Tecnologia Mineral | Serviço catalogado no Portal Gov.br. |
| Órgão | Centro de Tecnologia Mineral — CETEM/MCTI | Unidade federal de pesquisa em tecnologia mineral. |
| Estrutura associada | LMProMin e unidade de Química de Interfaces e Materiais Nanoestruturados | A denominação histórica LS-NANO também aparece em páginas do CETEM. |
| Contato | Marisa Bezerra de Mello Monte | mmonte@cetem.gov.br |
| Solicitação web | Formulário digital do LMProMin | O detalhamento da amostra é decisivo para a análise de viabilidade. |
| Proposta | O Gov.br prevê aceite da proposta e comprovação de pagamento | Confirmar preço, forma de contrapartida e condições antes do envio. |
| Prazo | Não estimado oficialmente | Depende da análise técnica, agenda, preparo e número de amostras. |
| Atendimento | Submetido às diretrizes da Lei nº 13.460/2017 | Inclui urbanidade, respeito, acessibilidade, eficiência, segurança e ética. |
| Prioridade | Aplicação da Lei nº 10.048/2000, em sua redação atual | A lista legal atual é mais ampla que a redação resumida em algumas páginas públicas. |
Custos, proposta comercial e contrapartidas
A página do Gov.br apresenta informações que precisam ser interpretadas em conjunto. De um lado, registra que o acesso é franqueado mediante contrapartida financeira ou não financeira, conforme a política de inovação e o regramento interno. De outro, utiliza a expressão genérica “este serviço é gratuito para o cidadão”.
A própria etapa oficial seguinte determina o aceite de proposta comercial e a comprovação do pagamento. Portanto, não é prudente concluir que a utilização do equipamento seja gratuita em todas as situações.
Projetos acadêmicos
Podem ser atendidos por cooperação, projeto institucional ou outra forma de contrapartida, conforme avaliação e regras internas. Recomenda-se prever recursos para insumos, sondas, preparo, manutenção e demais custos analíticos.
As fontes oficiais consultadas não autorizam afirmar que todo projeto acadêmico seja automaticamente isento.
Empresas e projetos comerciais
O atendimento pode depender de proposta comercial, pagamento, contrato, acordo de parceria ou outro instrumento compatível com a natureza da demanda de PD&I.
O preço não é informado na página específica do serviço e deve ser solicitado diretamente ao CETEM.
A expressão “Política de Inovação do CTI”, reproduzida na página do Gov.br, aparenta ser uma inconsistência cadastral, pois o órgão responsável pelo serviço é o CETEM. A norma interna efetivamente aplicável deve ser confirmada com a instituição.
Aplicações em processamento mineral e ciência de superfícies
A AFM pode esclarecer mecanismos físico-químicos em escala nanométrica e fornecer subsídios para diagnosticar perdas de seletividade, avaliar adsorção de reagentes, investigar heterocoagulação e desenvolver tratamentos superficiais.
Flotação catiônica reversa de minério de ferro
Na flotação catiônica reversa de minério de ferro, o amido gelatinizado é utilizado como depressor da hematita, enquanto a eteramina atua como coletor catiônico do quartzo. Estudos publicados com participação de pesquisadores ligados ao CETEM avaliaram a interação entre esses reagentes na superfície do quartzo, inclusive em meio alcalino.
Os trabalhos discutem a hipótese de formação de estruturas do tipo clatrato, nas quais a estrutura helicoidal do amido pode envolver espécies de amina. Essa interação pode mascarar o coletor, diminuir a hidrofobicidade do quartzo e prejudicar sua recuperação por flotação.
O material técnico consultado relata redução do ângulo de contato da superfície de quartzo na presença combinada dos reagentes. Valores como aproximadamente 62° e 24° aparecem associados a condições experimentais específicas e não devem ser generalizados para qualquer minério, água de processo ou dosagem industrial.
Medição direta de forças e teoria DLVO
Em protocolos especializados, uma partícula mineral pode ser fixada ao cantilever para formar uma sonda coloidal ou funcionalizada. O sistema permite obter curvas de força em função da distância entre materiais como quartzo e hematita em meio líquido.
Em condições alcalinas e sem reagentes, superfícies negativamente carregadas podem apresentar interação predominantemente repulsiva pela sobreposição das duplas camadas elétricas. A adição de amido altera o sistema interfacial e pode modificar a intensidade ou o sinal das forças, favorecendo, em determinadas condições, interações associadas à heterocoagulação.
A interpretação exige cautela: teoria DLVO, hidratação, rugosidade, adsorção específica, geometria das partículas, concentração eletrolítica e tempo de condicionamento podem influenciar os resultados.
Modificação superficial por plasma
Pesquisas do CETEM investigaram tratamentos de minério de ferro e carvão com plasma e precursores como o hexametildissiloxano — HMDSO. A AFM em modo de contato intermitente foi empregada na avaliação topográfica dos materiais tratados.
Esses tratamentos podem aumentar a hidrofobicidade e reduzir a absorção ou retenção de água. O objetivo tecnológico é diminuir a umidade residual, facilitar operações posteriores e contribuir para a segurança do transporte de granéis minerais.
Microtopografia de inclusões em muscovita
Estudos do CETEM aplicaram AFM a amostras de muscovita contendo inclusões minerais sólidas. O plano basal da muscovita oferece regiões muito planas, adequadas à investigação microtopográfica, enquanto o contraste de fase pode contribuir para diferenciar respostas locais da matriz e das inclusões.
A técnica permite observar descontinuidades, relevo, rugosidade e heterogeneidades com resolução superior à obtida por métodos ópticos convencionais. A identificação química das inclusões, entretanto, deve ser correlacionada com técnicas como MEV/EDS, Raman ou outras análises composicionais.
Apatita, fosfatos e precipitados superficiais
Em sistemas fosfáticos, películas ou precipitados contendo espécies de cálcio podem alterar a adsorção de coletores e a flotabilidade da apatita. A AFM possui potencial para avaliar mudanças morfológicas e barreiras superficiais em escala nanométrica.
| Sistema estudado | Modo ou técnica | Resultado ou contribuição | Cautela de interpretação |
|---|---|---|---|
| Flotação de minério de ferro | Contato intermitente e técnicas complementares | Avaliação de interação amido–eteramina e alterações de hidrofobicidade do quartzo | Os valores dependem das dosagens, do pH e do protocolo experimental. |
| Hematita e quartzo | Espectroscopia de força com ponta funcionalizada | Medição de forças atrativas e repulsivas em meio líquido | A comparação com DLVO exige conhecimento das condições físico-químicas. |
| Minério de ferro e carvão tratados por plasma | Topografia e contato intermitente | Avaliação de modificações superficiais relacionadas à hidrofobicidade e umidade | A espessura e a continuidade do recobrimento devem ser confirmadas em cada estudo. |
| Inclusões em muscovita | Topografia e contraste de fase | Diferenciação de relevo e resposta local entre matriz e inclusões | Contraste de fase não substitui identificação química. |
| Apatita e fosfatos | Análise morfológica | Aplicação potencial no estudo de precipitados e barreiras à adsorção | A atribuição específica ao CETEM requer confirmação documental adicional. |
Recomendações para preparo e submissão das amostras
O sucesso da análise depende da compatibilidade entre a amostra, a sonda, o curso de varredura, o ambiente e o objetivo científico. O protocolo definitivo deve ser validado pela equipe do laboratório.
Amostras sólidas
- Preparar uma superfície suficientemente plana e estável;
- Verificar se corte, lixamento ou polimento podem alterar a propriedade de interesse;
- Quando adequado, utilizar pastas de diamante de granulometria fina, como 3 µm e 1 µm;
- Remover resíduos do preparo sem atacar ou contaminar a superfície;
- Informar dimensões, dureza, fragilidade e condutividade.
Partículas e suspensões
- Definir a faixa granulométrica e o estado de dispersão;
- Planejar a fixação em mica recém-clivada, silício ou substrato funcionalizado;
- Evitar movimentação das partículas durante a varredura;
- Informar pH, eletrólitos, dispersantes, coletores e depressores;
- Confirmar previamente se a análise ocorrerá seca ou em célula líquida.
Informações recomendadas no formulário
- Composição mineralógica conhecida ou provável;
- Origem, processo anterior e forma de armazenamento da amostra;
- Presença de reagentes orgânicos, solventes, metais ou substâncias perigosas;
- Objetivo da análise e hipótese que se pretende investigar;
- Faixa de varredura e resolução esperadas;
- Necessidade de topografia, fase, rugosidade ou curvas de força;
- Condição de pH, temperatura e força iônica, quando aplicável;
- Quantidade de amostras e número desejado de regiões analisadas;
- Necessidade de dados brutos, imagens tratadas, relatório ou interpretação técnica;
- Prazo relacionado ao projeto, publicação ou processo industrial.
O que confirmar antes do envio
- Se a matriz e o tamanho da amostra são compatíveis com o equipamento;
- Se o laboratório realizará ou não o preparo e a fixação;
- Quais modos, sondas e acessórios estarão disponíveis;
- Quantidade mínima e forma de acondicionamento;
- Procedimentos de segurança, transporte e descarte;
- Preço ou contrapartida e forma de pagamento;
- Prazo estimado e conteúdo exato do relatório;
- Regras de confidencialidade, propriedade intelectual e publicação.
Direitos do usuário e atendimento prioritário
O Gov.br informa que o atendimento deve observar os princípios da Lei nº 13.460/2017, incluindo urbanidade, respeito, acessibilidade, cortesia, presunção da boa-fé, igualdade, eficiência, segurança e ética.
A Lei nº 10.048/2000, em sua redação vigente, assegura atendimento prioritário a pessoas com deficiência, pessoas com transtorno do espectro autista, pessoas idosas com 60 anos ou mais, gestantes, lactantes, pessoas com criança de colo, pessoas obesas, pessoas com mobilidade reduzida e doadores de sangue, observadas as regras legais aplicáveis a estes últimos.
Conclusão
O serviço de Microscopia de Força Atômica do CETEM constitui uma infraestrutura estratégica para projetos de mineração, materiais e ciência de interfaces. Sua capacidade de investigar topografia, rugosidade, adesão e forças locais pode auxiliar o diagnóstico de problemas de seletividade, a avaliação de reagentes e o desenvolvimento de tratamentos superficiais.
A contratação deve começar por uma pergunta técnica bem delimitada. A descrição da matriz, das condições químicas e do resultado esperado permite que o laboratório avalie o modo de AFM, o preparo, a quantidade de regiões, os acessórios e as técnicas complementares necessárias.
Como prazo, valor e configuração instrumental não são integralmente especificados no Portal Gov.br, essas condições devem constar da proposta, do acordo acadêmico ou do instrumento de PD&I formalizado com o CETEM.
Fontes consultadas
- Gov.br — Solicitar Análises de Microscopia de Força Atômica no CETEM . Página oficial do serviço, com descrição, público, etapas, contato e regras de atendimento. Última modificação indicada: 15/12/2025.
- LMProMin/CETEM — Solicitação de apoio . Formulário eletrônico para submissão do projeto e seleção do laboratório.
- LMProMin/CETEM — Organização laboratorial . Informações sobre as unidades que integram o laboratório multiusuário.
- CETEM — Interações Superficiais Nanométricas . Página institucional histórica sobre o LS-NANO e sua infraestrutura.
- Estudos da formação de clatrato na superfície de quartzo por Microscopia de Força Atômica . Trabalho técnico apresentado no Encontro Nacional de Tratamento de Minérios e Metalurgia Extrativa.
- Forças de interação entre hematita e quartzo por AFM e sua influência no processo de flotação .
- Curvas de forças entre hematita e quartzo por AFM e seu efeito na heterocoagulação .
- CETEM/Mineralis — Tratamento superficial por plasma aplicado a materiais minerais .
- CETEM — Aplicação da Microscopia de Força Atômica ao estudo de inclusões na muscovita .
- Presidência da República — Lei nº 13.460/2017 .
- Presidência da República — Lei nº 10.048/2000, texto atualizado .
Conteúdo informativo elaborado com base nas fontes disponíveis em agosto de 2026. Equipamentos, valores, prazos, responsáveis, regras internas e canais podem ser alterados. Confirme as condições diretamente com o CETEM antes de contratar, preparar ou enviar amostras.
