Teste de Contaminação Radioativa por Esfregaço na Infraestrutura Nuclear Brasileira
Análise técnica, regulatória e operacional do serviço de teste de esfregaço (wipe test) realizado pelo Instituto de Engenharia Nuclear — IEN, incluindo fundamentos da monitoração de contaminação removível, fontes seladas, critérios regulatórios, envio das amostras e fluxo do serviço público.
Introdução e contexto institucional
A segurança radiológica de instalações que utilizam fontes de radiação ionizante depende de mecanismos capazes de identificar precocemente a presença de material radioativo fora das condições normais de confinamento. Entre esses mecanismos encontra-se o teste de esfregaço, internacionalmente conhecido como wipe test.
No Brasil, o Instituto de Engenharia Nuclear — IEN — mantém infraestrutura para análise de amostras de esfregaço e disponibiliza, por meio da estrutura da Comissão Nacional de Energia Nuclear — CNEN —, o serviço denominado “Realizar teste de ocorrência de contaminação radioativa através de amostras por esfregaços”.
Conforme a descrição oficial, o serviço realiza contagens de amostras por esfregaço em sistemas especializados para verificar e analisar contaminação ou vazamento em fontes. O objetivo declarado é contribuir para evitar a propagação de material radioativo e proteger a saúde dos trabalhadores das instalações.
O resultado do serviço é apresentado sob a forma de relatório relacionado à avaliação das condições ocupacionais da instalação radiativa.
Nas fontes seladas, sua aplicação pode auxiliar na avaliação da integridade do sistema de contenção. Em locais nos quais sejam manipuladas fontes não seladas, o esfregaço constitui instrumento de monitoração das superfícies e de verificação da eficiência dos procedimentos de descontaminação.
Como funciona o teste de esfregaço
O princípio do teste consiste na remoção parcial, por contato mecânico, do material depositado em determinada superfície. Um material absorvente é friccionado sobre a região a ser examinada e posteriormente encaminhado para análise radiométrica.
A página de Radioproteção do IEN informa que podem ser utilizados, conforme o ponto de coleta, cotonetes de haste grande ou filtro de papel com aproximadamente 5 cm de diâmetro.
Coleta
O material absorvente entra em contato com a superfície investigada para remover parte da eventual contaminação radioativa não fixada.
Acondicionamento
Cada amostra deve ser identificada e acondicionada individualmente para reduzir o risco de contaminação cruzada ou perda do material coletado.
Análise
A amostra é submetida à instrumentação apropriada para avaliar a presença e, conforme o método, a atividade do material radioativo removido.
Área de amostragem
A regulamentação brasileira vigente contém referência específica ao esfregaço. O Anexo G da Norma ANSN 3.01 estabelece níveis de contaminação superficial e determina que, para a avaliação da contaminação removível, devem ser utilizados como referência 10% dos valores estabelecidos na tabela de contaminação superficial total.
O mesmo Anexo G estabelece que, sempre que possível, o esfregaço seja realizado em uma área de 100 cm².
Análise radiométrica e capacidade de detecção
Depois da coleta, o meio absorvente pode ser analisado por instrumentos selecionados de acordo com as características do radionuclídeo e da radiação envolvida. Dependendo do método analítico, podem ser avaliados emissores alfa, beta e/ou gama.
Um dos parâmetros importantes em ensaios dessa natureza é a atividade mínima detectável — AMD, que representa a capacidade do sistema analítico de distinguir determinada atividade radioativa do nível de fundo do sistema de medição.
A seleção do detector, a eficiência de contagem, a geometria de medição, o tempo de contagem, o fundo radiométrico e as propriedades do radionuclídeo interferem diretamente na sensibilidade do ensaio.
Limites de contaminação e teste de fuga
O valor de 185 Bq, equivalente a 0,005 µCi, é amplamente conhecido em programas internacionais de teste de fuga de determinadas fontes seladas. Por exemplo, a regulamentação da Nuclear Regulatory Commission — NRC, dos Estados Unidos, utiliza esse valor em determinadas situações como capacidade mínima de detecção e como referência para identificação de contaminação removível em fontes sujeitas ao respectivo regulamento.
Esse valor, porém, não deve ser automaticamente transportado como limite geral brasileiro para qualquer instalação ou qualquer radionuclídeo. Para a avaliação de contaminação superficial no Brasil, deve ser examinada, entre outras regulamentações específicas, a Norma ANSN 3.01 e seus níveis aplicáveis.
| Parâmetro técnico | Critério / interpretação | Referência |
|---|---|---|
| Área de esfregaço | Sempre que possível, utilizar uma área de 100 cm² para avaliação da contaminação removível. | ANSN 3.01 — Anexo G |
| Contaminação removível | Utilizar como referência 10% dos níveis de contaminação superficial total especificados na tabela aplicável da ANSN 3.01. | ANSN 3.01 — Anexo G |
| Teste de fonte selada | O critério deve considerar a regulamentação específica da instalação, radionuclídeo, fonte e método de teste. | Regulamentação aplicável |
| ISO para ensaio de estanqueidade | A edição internacional atualmente vigente é a ISO 9978:2020. | ISO 9978:2020 |
| 185 Bq / 0,005 µCi | Valor utilizado em determinados regimes internacionais de teste de fuga; não deve ser tratado como limite brasileiro universal. | Ex.: NRC / requisitos específicos |
| Material para coleta no IEN | Cotonete de haste grande ou filtro de papel de 5 cm, conforme o local de coleta. | IEN — Radioproteção |
ISO 9978:2020
A norma internacional de referência atualmente publicada para métodos de ensaio de estanqueidade de fontes seladas é a ISO 9978:2020 — Radiation protection — Sealed sources — Leakage test methods.
Ela contempla métodos de ensaio de vazamento de fontes seladas e aplicações como controle de produção e inspeções periódicas durante a vida útil das fontes.
Quadro regulatório brasileiro
A proteção radiológica brasileira passou por alterações institucionais e normativas recentes. Dessa forma, referências históricas a normas identificadas simplesmente como “CNEN-NE” ou “CNEN-NN” devem ser conferidas antes de sua utilização em documentos atuais.
Em 2026, o portal oficial já apresenta diversos regulamentos sob a identificação da Autoridade Nacional de Segurança Nuclear — ANSN.
| Norma / regulamento | Objeto | Relação com o teste de esfregaço |
|---|---|---|
| ANSN 3.01 | Requisitos Básicos de Radioproteção e Segurança Radiológica de Fontes de Radiação. | O Anexo G estabelece níveis de contaminação superficial e critérios expressos para avaliação da contaminação removível por esfregaço. |
| ANSN 3.02 | Serviços de Radioproteção. | Integra o conjunto regulatório relacionado à organização e execução das atividades de radioproteção. |
| ANSN 5.01 | Regulamento para o Transporte Seguro de Materiais Radioativos. | Abrange requisitos de proteção radiológica e controle durante operações envolvendo materiais radioativos em transporte. |
| ANSN/CNEN 8.01 | Gerência de rejeitos radioativos de baixo e médio níveis de radiação. | Pode tornar-se relevante quando materiais, fontes ou resíduos precisam ser gerenciados como rejeitos radioativos, conforme o enquadramento regulatório. |
| Normas específicas da instalação | Medicina nuclear, radiografia industrial, instalações radiativas e outras aplicações. | Podem estabelecer requisitos adicionais de monitoração, periodicidade, controle e registro. |
Contaminação de superfícies
O Anexo G da ANSN 3.01 estabelece diferentes níveis de contaminação superficial de acordo com o grupo de radionuclídeos e a classificação das áreas.
Para avaliação por esfregaço, a norma determina a adoção de 10% dos valores indicados para contaminação superficial total, demonstrando que o resultado deve ser interpretado de acordo com o radionuclídeo e o ambiente monitorado, e não por um valor único aplicável a todas as situações.
Estrutura operacional do serviço do IEN
O Portal Gov.br mantém serviço específico para a realização de testes de contaminação radioativa através de amostras por esfregaço.
Segundo a página oficial, são realizadas contagens das amostras utilizando sistemas especializados para análise de contaminação ou possível vazamento em fontes.
| Atributo | Informação validada |
|---|---|
| Órgão | Comissão Nacional de Energia Nuclear — CNEN / Instituto de Engenharia Nuclear — IEN. |
| Público-alvo | Pessoas jurídicas. |
| Documentação básica no Gov.br | CNPJ e demais dados da empresa. |
| Custo | Taxa de teste por esfregaço indicada como variável no serviço específico. |
| Prazo estimado | Entre 2 e 7 dias corridos para prestação do serviço. |
| Produto final | Relatório de avaliação relacionado às condições ocupacionais da instalação radiativa. |
| E-mail do serviço | drs@cnen.gov.br, conforme página específica do Gov.br. |
| Setor Comercial do IEN | secom@ien.gov.br. |
| Endereço do IEN | Rua Hélio de Almeida, 75 — Cidade Universitária — Ilha do Fundão — Rio de Janeiro/RJ. |
Fluxo para solicitar o teste
A prestação envolve uma combinação de procedimentos digitais e físicos: a solicitação e o acompanhamento podem ocorrer eletronicamente, mas a amostra de esfregaço precisa ser coletada, devidamente acondicionada e encaminhada ao laboratório.
Orientações do IEN para coleta e envio
- A coleta deve ser realizada por pessoa com conhecimentos de radioproteção.
- Devem ser utilizadas luvas descartáveis ou proteção equivalente durante a coleta.
- Não se deve tocar diretamente, sem proteção, a superfície de amostragem.
- Podem ser utilizados cotonetes de haste grande ou filtros de papel de 5 cm, dependendo do local.
- Cada amostra deve ser acondicionada em saco plástico separado.
- Cada amostra deve receber identificação individual.
- Os sacos devem ser acondicionados em envelopes individuais identificados.
- A documentação deve relacionar a identificação física da amostra ao respectivo ponto de coleta.
- O conjunto deve ser acondicionado em embalagem reforçada adequada ao envio.
Informações que devem acompanhar as amostras
A rastreabilidade entre o ponto monitorado e o resultado analítico é essencial. A página oficial de Radioproteção do IEN determina a preparação de planilha descritiva para relacionar cada amostra às respectivas informações de campo.
Identificação da organização
Nome e endereço da empresa ou organização responsável pela fonte.
Data e responsável
Data da coleta e nome do técnico responsável pelo procedimento.
Fonte ou radionuclídeo
Tipo de fonte radioativa ou radionuclídeo suspeito de ter produzido a contaminação.
Ponto de coleta
Indicação do local específico em que o esfregaço foi realizado.
Onde o teste de esfregaço pode ser utilizado
A técnica possui ampla aplicação nas atividades que utilizam materiais radioativos ou equipamentos contendo fontes radioativas.
Indústria
Medidores nucleares utilizados para determinação de nível, espessura, densidade, umidade e outras grandezas de processo podem empregar fontes radioativas seladas.
Radiografia industrial
Equipamentos empregados em ensaios não destrutivos utilizam fontes de alta atividade que demandam programas rigorosos de segurança e radioproteção.
Saúde
Instalações médicas que utilizam fontes radioativas ou manipulam radiofármacos podem empregar a monitoração por esfregaço conforme sua estrutura e programa de radioproteção.
Pesquisa científica
Laboratórios que manipulam radionuclídeos podem utilizar o esfregaço para monitorar bancadas, pisos, equipamentos e outros pontos de trabalho.
Descontaminação
Esfregaços sucessivos podem contribuir para avaliar a presença de material removível após procedimentos de descontaminação.
Transporte
A monitoração da contaminação superficial é relevante para a proteção radiológica em atividades envolvendo volumes, embalagens e transporte de materiais radioativos, observadas as regras específicas aplicáveis.
Radionuclídeos frequentemente encontrados em aplicações industriais
Entre os radionuclídeos utilizados em diferentes aplicações industriais estão 137Cs, 241Am e 60Co. A seleção do método analítico e dos instrumentos deve considerar as características radiológicas específicas do material presente na fonte.
Implicações operacionais da monitoração periódica
O teste de esfregaço não deve ser compreendido apenas como documento administrativo. Quando tecnicamente indicado, ele integra o sistema de prevenção e detecção de anormalidades radiológicas da instalação.
Detecção preventiva
Uma fonte selada é projetada para manter o material radioativo confinado. A detecção de material removível em região onde ele não deveria estar presente pode indicar necessidade de investigação da fonte, do equipamento, do sistema de contenção ou do ambiente.
Identificar a ocorrência em estágio inicial permite que o responsável pela radioproteção determine as ações técnicas apropriadas antes da disseminação do material para ferramentas, superfícies, vestimentas ou outras áreas.
Proteção dos trabalhadores
A contaminação radioativa é diferente da simples exposição externa à radiação. Quando existe material radioativo dispersável, pode haver risco adicional de incorporação por inalação, ingestão, ferimentos ou outras vias, dependendo das características físicas e químicas do radionuclídeo.
Continuidade operacional
A existência de registros de monitoração, resultados laboratoriais, procedimentos de resposta e histórico de manutenção contribui para demonstrar que a organização mantém sistema estruturado de proteção radiológica.
Em fiscalizações ou auditorias, a ausência de monitoramentos exigidos pelo licenciamento ou pelas normas aplicáveis pode resultar em exigências, determinações corretivas ou outras medidas administrativas da autoridade competente, conforme a natureza e a gravidade da situação.
Valor documental dos registros
A manutenção organizada de laudos, relatórios, datas de coleta, identificação das fontes, responsáveis técnicos e ações corretivas constitui parte importante da rastreabilidade do programa de segurança.
Esses documentos podem ser relevantes em auditorias, fiscalizações, investigações de ocorrências e avaliações posteriores do histórico operacional da instalação.
O que fazer diante de indícios de contaminação ou vazamento
Um resultado que indique atividade removível acima do critério aplicável deve ser avaliado pelo responsável de radioproteção segundo as normas específicas da instalação e os procedimentos previamente estabelecidos.
Controlar a área
Evitar a disseminação da possível contaminação para áreas adjacentes, equipamentos ou pessoas.
Avaliar a fonte
Verificar o equipamento, porta-fonte, encapsulamento ou superfície que originou a amostra.
Realizar monitoração complementar
Avaliar a extensão da ocorrência utilizando os métodos e instrumentos apropriados.
Aplicar os procedimentos regulatórios
Seguir as medidas previstas no plano de proteção radiológica, autorização da instalação e regulamentação específica.
Caso determinado material ou fonte passe a ser classificado como rejeito radioativo, seu gerenciamento deverá seguir os requisitos regulatórios correspondentes, incluindo, quando aplicável, as disposições da ANSN 8.01.
Recomendações para a gestão da radioproteção
Para organizações que utilizam fontes radioativas ou mantêm atividades sujeitas à monitoração de contaminação, o teste de esfregaço deve ser integrado ao programa geral de segurança e não tratado como procedimento administrativo isolado.
1. Controle de periodicidades
Registrar em sistema próprio as datas dos testes previstos no licenciamento, plano de radioproteção, recomendações do fabricante e demais requisitos aplicáveis.
2. Programação antecipada
Planejar a contratação com antecedência suficiente para coleta, transporte, pagamento, análise e eventual necessidade de repetição do ensaio.
3. Coleta padronizada
Utilizar procedimentos documentados, identificação individual e técnica de coleta compatível com o ponto monitorado.
4. Pessoal qualificado
Observar a recomendação oficial de que o esfregaço seja realizado por pessoa com conhecimentos de radioproteção.
5. Rastreabilidade
Manter associação entre número da amostra, fonte, equipamento, local, radionuclídeo, data e responsável pela coleta.
6. Histórico documental
Preservar relatórios e registros anteriores para permitir avaliação de tendência e comprovação do histórico de monitoração.
A organização pode estabelecer uma antecedência interna compatível com sua logística, criticidade das fontes e calendário de licenciamento, evitando que eventual atraso de transporte, pagamento ou processamento deixe o empreendimento sem documentação atualizada quando ela for exigida.
Teste de esfregaço como instrumento de segurança radiológica
O serviço de análise de contaminação radioativa por amostras de esfregaço disponibilizado pelo IEN constitui importante ferramenta de apoio às organizações que operam com materiais radioativos no Brasil.
O procedimento permite investigar a presença de material radioativo removível em superfícies e contribuir para a avaliação de possíveis situações envolvendo fontes, equipamentos e ambientes de trabalho.
O serviço oficial é direcionado a pessoas jurídicas, possui cobrança própria, prevê acompanhamento da solicitação e apresenta prazo estimado de 2 a 7 dias corridos, conforme a Carta de Serviços disponível no Portal Gov.br.
Do ponto de vista regulatório, merece especial atenção a atualização das normas. A antiga referência à ISO 9978:1992 deve ser substituída pela ISO 9978:2020, enquanto as normas brasileiras atualmente publicadas já refletem a estrutura regulatória da ANSN.
Também é fundamental diferenciar os critérios utilizados para contaminação superficial removível daqueles empregados em determinados testes de estanqueidade de fontes seladas. Não existe justificativa técnica para aplicar indiscriminadamente um único limite de 185 Bq ou 200 Bq a todas as situações brasileiras.
Para contaminação superficial por esfregaço, a ANSN 3.01 estabelece referência própria: utilização de 10% dos níveis de contaminação superficial total da tabela correspondente e, sempre que possível, coleta sobre área de 100 cm².
Dúvidas sobre o teste de esfregaço
O teste de esfregaço serve apenas para fontes seladas?
Não. A técnica também é empregada para verificar contaminação removível em superfícies como bancadas, equipamentos, pisos, paredes e outros objetos.
Quem pode solicitar o serviço oficial do IEN?
A página oficial do serviço no Portal Gov.br indica pessoas jurídicas como público autorizado a utilizar o serviço.
Quanto tempo demora?
O Portal Gov.br informa prazo estimado total entre 2 e 7 dias corridos. Aspectos logísticos e administrativos podem interferir no prazo real da operação.
O teste é gratuito?
Não. A Carta de Serviços informa a existência de taxa de teste por esfregaço, indicada como variável. O valor deve ser confirmado no momento da solicitação.
O limite brasileiro é sempre 185 Bq?
Não. Esse valor aparece em determinados regimes internacionais de teste de fuga de fontes seladas, mas não deve ser utilizado como limite universal brasileiro. A norma e o critério aplicáveis precisam ser avaliados conforme a instalação, o radionuclídeo e a finalidade do teste.
Qual norma ISO deve ser utilizada atualmente?
A referência internacional vigente é a ISO 9978:2020. A ISO 9978:1992 foi retirada e substituída pela edição de 2020.
Posso coletar a amostra sem conhecimento de radioproteção?
A orientação oficial do IEN recomenda expressamente que a coleta seja realizada por pessoa com conhecimentos em radioproteção.
Fontes consultadas
As informações desta página foram revisadas com base em fontes institucionais disponíveis em agosto de 2026. Como normas e procedimentos podem sofrer alterações, recomenda-se conferir os documentos oficiais antes da execução do procedimento.
-
Portal Gov.br — Comissão Nacional de Energia Nuclear.
Serviço “Realizar teste de ocorrência de contaminação radioativa através de
amostras por esfregaços”.
Acessar serviço oficial no Gov.br -
Instituto de Engenharia Nuclear — IEN.
Página de Radioproteção — Teste de esfregaço, procedimentos de coleta,
identificação e envio.
Acessar página de Radioproteção do IEN -
ANSN / CNEN — Norma 3.01.
Requisitos Básicos de Radioproteção e Segurança Radiológica de Fontes de
Radiação — Resolução CNEN nº 344/2025, incluindo Anexo G sobre níveis de
contaminação superficial.
Consultar normas de Proteção Radiológica -
ANSN 3.02 — Serviços de Radioproteção.
Regulamentação publicada no conjunto oficial de normas de Proteção
Radiológica.
Consultar regulamentação vigente -
ANSN 5.01.
Regulamento para o Transporte Seguro de Materiais Radioativos.
Consultar normas regulatórias -
ANSN/CNEN 8.01.
Gerência de Rejeitos Radioativos de Baixo e Médio Níveis de Radiação.
Consultar normas do Grupo 8 -
International Organization for Standardization — ISO.
ISO 9978:2020 — Radiation protection — Sealed sources — Leakage test
methods.
Consultar ISO 9978:2020 -
U.S. Nuclear Regulatory Commission — NRC.
10 CFR § 34.27 — referência internacional sobre testes de vazamento,
capacidade de detecção de 185 Bq e tratamento de fontes sob o respectivo
regime norte-americano.
Consultar NRC
Conteúdo informativo e técnico. A análise de enquadramento regulatório de uma instalação específica depende das fontes utilizadas, atividade autorizada, radionuclídeos, condições de operação, documentação de licenciamento e regulamentações setoriais aplicáveis.
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Em atividades sujeitas a controle radiológico, a execução técnica dos procedimentos de radioproteção deve permanecer sob responsabilidade dos profissionais legalmente habilitados e das instituições competentes.
