Estrutura, Operacionalização e Aplicações Geofísicas do Serviço de Dados Geomagnéticos do Observatório Nacional
Entenda como funciona a Rede Geomagnética do Brasil, os observatórios de Vassouras e Tatuoca, as estações magnéticas e de repetição, o acesso gratuito aos dados e suas aplicações em geofísica, clima espacial, navegação, energia, mineração e pesquisa científica.
Resumo direto: o Observatório Nacional (ON), unidade de pesquisa vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), mantém a Rede Geomagnética do Brasil e disponibiliza gratuitamente, por meio do serviço público Obter Dados Magnéticos (GEOMAG), informações produzidas por observatórios e estações destinados ao acompanhamento contínuo ou periódico do campo magnético terrestre.
1. Introdução e contexto institucional
O monitoramento contínuo e sistemático do campo geomagnético em território brasileiro integra as atividades científicas desenvolvidas pelo Observatório Nacional. A instituição mantém uma infraestrutura de observação particularmente relevante porque a América do Sul ainda possui cobertura relativamente reduzida de observatórios magnéticos quando comparada a outras regiões do planeta.
A longa série histórica brasileira permite estudar fenômenos associados ao campo principal da Terra, às correntes ionosféricas, à magnetosfera, às tempestades geomagnéticas e às características magnéticas da crosta terrestre. Os registros também possuem aplicações em geofísica aplicada, modelagem global do campo magnético, calibração de dados de satélite, prospecção mineral e petrolífera e estudos ligados ao clima espacial.
A história moderna da observação geomagnética está diretamente associada aos trabalhos de Carl Friedrich Gauss. O Observatório Nacional registra que, em 1832, Gauss desenvolveu procedimento para determinação da intensidade do campo geomagnético. Posteriormente, em 1839, o cientista apresentou a representação matemática do campo por meio de harmônicos esféricos, fundamento importante para a modelagem global do magnetismo terrestre.
Há também registros históricos de levantamentos magnéticos realizados no território brasileiro no século XIX, incluindo medições conduzidas pelo explorador holandês Elie van Rijckevorsel. O monitoramento nacional sistemático, entretanto, ganhou estrutura permanente no século XX.
1915
Início da operação contínua do Observatório Magnético de Vassouras.
1957
Início das medições contínuas no Observatório Magnético de Tatuoca.
175 estações
Rede oficial de estações de repetição utilizada para complementar o monitoramento de longo prazo.
2. O serviço público Obter Dados Magnéticos – GEOMAG
Na Carta de Serviços do Governo Federal, o serviço é denominado “Obter Dados Magnéticos (GEOMAG)”. Ele é prestado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação por intermédio do Observatório Nacional e permite o acesso à Rede Geomagnética do Brasil.
Segundo a página oficial do Gov.br, o serviço é gratuito para o cidadão. Não há prazo estimado de duração informado na Carta de Serviços.
Características principais do GEOMAG
- serviço público federal de ciência e tecnologia;
- acesso eletrônico;
- dados provenientes da Rede Geomagnética do Brasil;
- atendimento gratuito;
- aplicação acadêmica, científica, tecnológica e geofísica;
- integração com redes e padrões internacionais de observação geomagnética.
3. Infraestrutura observacional da Rede Geomagnética do Brasil
A rede mantida pelo ON combina observatórios magnéticos permanentes, estações magnéticas automatizadas e estações de repetição. Cada categoria possui função própria dentro da estratégia nacional de monitoramento.
| Estação / Observatório | Código | Localização | Situação validada | Importância geofísica |
|---|---|---|---|---|
| Observatório Magnético de Vassouras | VSS | Vassouras, RJ | Em operação e integrante da INTERMAGNET | Série contínua desde 1915 e posição relevante para acompanhamento da Anomalia Magnética do Atlântico Sul. |
| Observatório Magnético de Tatuoca | TTB | Ilha de Tatuoca, PA | Em operação; integrante da INTERMAGNET desde 2019 | Estudos do equador magnético, Eletrojato Equatorial, variações ionosféricas e geofísica espacial. |
| Observatório do Pantanal | PNL | Mato Grosso | Em construção segundo a página oficial do ON atualizada em 2026 | Ampliação da cobertura geomagnética no Centro-Oeste, em cooperação com o SESC Pantanal. |
| Observatório de Tefé | TEF | Tefé, AM | Em construção | Expansão da cobertura amazônica em colaboração com o Instituto Mamirauá. |
| Estação Magnética de Macapá | — | Macapá, AP | Estação automatizada instalada em 2019 | Acompanhamento contínuo do equador magnético e do Eletrojato Equatorial. |
| Estações de repetição | Várias | Território nacional | 175 pontos informados pelo ON | Acompanhamento periódico das mudanças de longo prazo do campo e da variação secular. |
Observatório Magnético de Vassouras – VSS
O Observatório Magnético de Vassouras funciona continuamente desde 1915 e constitui uma das séries geomagnéticas históricas mais importantes mantidas pelo Brasil. Segundo o ON, trata-se de um dos observatórios magnéticos mais antigos do mundo ainda em funcionamento.
Sua posição é particularmente relevante para estudos da Anomalia Magnética do Atlântico Sul – AMAS, região na qual a intensidade do campo magnético é comparativamente reduzida.
Observatório Magnético de Tatuoca – TTB
Tatuoca iniciou suas medições contínuas em 1957. O observatório está instalado em uma ilha desabitada próxima a Belém, característica que reduz diversas fontes de interferência eletromagnética associadas às áreas urbanizadas.
A localização próxima ao equador magnético torna o observatório especialmente valioso para estudos do Eletrojato Equatorial – EEJ. A modernização realizada em cooperação com o GFZ-Potsdam contribuiu para sua integração à INTERMAGNET em 2019.
Rede de estações de repetição
Além dos observatórios permanentes, o ON mantém uma rede de 175 estações de repetição. Esses locais são reocupados periodicamente — idealmente em intervalos próximos de cinco anos — para realização de observações absolutas e acompanhamento da evolução temporal do campo geomagnético.
Segundo o Observatório Nacional, existem mais de mil observações provenientes dessa rede, cuja primeira medição registrada ocorreu em 1903.
Estação Magnética de Macapá
Em 2019 foi instalada uma estação magnética automatizada no Bioparque da Amazônia, em Macapá. O projeto envolve cooperação científica do Observatório Nacional com instituições brasileiras e o GFZ-Potsdam.
A estação foi concebida para acompanhar continuamente a evolução do equador magnético e fenômenos relacionados, contribuindo também para estudos do Eletrojato Equatorial e para a calibração e comparação com observações feitas por satélites.
4. INTERMAGNET e padronização internacional
Vassouras e Tatuoca integram a International Real-time Magnetic Observatory Network – INTERMAGNET, rede internacional de observatórios magnéticos comprometidos com padrões técnicos de elevada qualidade na aquisição, processamento e disseminação de dados.
A participação brasileira amplia a disponibilidade de informações provenientes da América do Sul, região considerada estratégica justamente pela distribuição ainda relativamente reduzida de observatórios magnéticos permanentes.
5. Fenômenos geofísicos monitorados
5.1 Anomalia Magnética do Atlântico Sul – AMAS
A Anomalia Magnética do Atlântico Sul corresponde a uma extensa região em que a intensidade do campo magnético terrestre é inferior à observada em regiões comparáveis. Sua evolução é de grande interesse para a geofísica e para a ciência espacial.
Na região da AMAS, partículas energéticas podem penetrar mais profundamente no ambiente espacial próximo à Terra, tornando o fenômeno particularmente relevante para estudos relacionados a satélites, eletrônica embarcada, radiação e clima espacial.
O Observatório de Vassouras possui posição privilegiada para acompanhar a evolução temporal dessa anomalia.
5.2 Eletrojato Equatorial – EEJ
Nas proximidades do equador magnético, o campo magnético terrestre apresenta geometria praticamente horizontal. Nessa região desenvolve-se uma intensa corrente elétrica na ionosfera, aproximadamente na faixa de 100 km de altitude, conhecida como Eletrojato Equatorial.
Os registros de Tatuoca são particularmente importantes para estudos desse fenômeno. A estação de Macapá acrescenta uma importante posição de observação para acompanhar o deslocamento do equador magnético e as variações associadas ao EEJ.
A compreensão dessas contribuições externas é também importante para interpretar levantamentos geomagnéticos destinados à investigação da crosta terrestre e à prospecção de recursos minerais e energéticos.
5.3 Clima espacial e tempestades geomagnéticas
O campo geomagnético responde às interações entre o vento solar e a magnetosfera terrestre. Durante eventos solares intensos podem ocorrer tempestades geomagnéticas, caracterizadas por alterações relativamente rápidas na intensidade e na direção do campo medido na superfície.
Esses registros são relevantes para estudos de clima espacial, comunicações por satélite, sistemas de posicionamento, pesquisas ionosféricas e avaliação de efeitos associados à atividade solar.
5.4 Correntes Geomagneticamente Induzidas – GICs
Variações temporais do campo magnético podem induzir campos elétricos na superfície terrestre. De acordo com a Lei de Faraday, essas alterações podem produzir correntes elétricas em estruturas condutoras extensas, como linhas de transmissão e tubulações metálicas.
Essas Correntes Geomagneticamente Induzidas – GICs são objeto de pesquisa geofísica porque, dependendo da intensidade da tempestade, das características elétricas do terreno e da infraestrutura atingida, podem interferir no funcionamento de redes de transmissão e outros sistemas tecnológicos.
Dados geomagnéticos de alta resolução constituem, portanto, uma das entradas científicas que podem ser empregadas em pesquisas, modelos e sistemas de acompanhamento de fenômenos relacionados ao clima espacial.
5.5 Variação secular e jerks geomagnéticos
A maior parcela do campo geomagnético observado na superfície possui origem no núcleo externo terrestre, onde o movimento de material condutor rico em ferro e níquel sustenta o geodínamo.
Em escalas de anos e décadas, o campo sofre modificações conhecidas como variação secular. Alterações relativamente abruptas na tendência da variação secular são estudadas na literatura geofísica como jerks geomagnéticos.
Séries históricas extensas, como a de Vassouras, são especialmente valiosas porque permitem investigar a evolução do campo principal e testar modelos relacionados à dinâmica do interior profundo da Terra.
6. Dados geomagnéticos disponíveis
As medições geomagnéticas podem ser expressas por diferentes componentes e elementos do vetor campo magnético.
| Componente | Descrição |
|---|---|
| X | Componente horizontal orientada aproximadamente para o norte geográfico. |
| Y | Componente horizontal orientada para leste. |
| Z | Componente vertical. |
| H | Intensidade da componente horizontal do campo. |
| F | Intensidade total do campo magnético. |
| D | Declinação magnética, ângulo entre o norte magnético horizontal e o norte geográfico. |
| I | Inclinação magnética do vetor campo em relação ao plano horizontal. |
7. Acesso aos dados pelo GEOMAG
O usuário pode iniciar a consulta a partir da página oficial Obter Dados Magnéticos no Portal Gov.br. O serviço direciona para a infraestrutura de consulta e disponibilização dos dados geomagnéticos.
- Acessar o serviço oficial Entre na página “Obter Dados Magnéticos (GEOMAG)” no Portal Gov.br e utilize o canal eletrônico indicado.
- Selecionar a área de dados Na plataforma correspondente, acesse a área de consulta ou download dos dados magnéticos.
- Definir o intervalo temporal Selecione as datas inicial e final e, quando disponibilizado pela plataforma, a resolução ou taxa de amostragem pretendida.
- Selecionar observatório ou estação Escolha a estação de interesse, como VSS para Vassouras ou TTB para Tatuoca.
- Selecionar o nível de processamento Quando houver essa opção, observe se os registros são apresentados como dados em tempo real, provisórios ou definitivos.
- Efetuar o download Confirme os parâmetros, observe os termos de utilização aplicáveis à plataforma e faça a transferência dos arquivos disponibilizados.
8. Níveis de processamento e formatos científicos
Redes internacionais de observatórios magnéticos trabalham com diferentes níveis de processamento, permitindo distinguir registros disponibilizados rapidamente daqueles submetidos a procedimentos posteriores de correção e controle de qualidade.
| Parâmetro | Possibilidades usuais | Aplicação |
|---|---|---|
| Resolução temporal | Dados de alta resolução e séries em intervalos maiores, conforme disponibilidade | Estudo de eventos rápidos, variação diurna e séries de longo prazo. |
| Nível de processamento | Tempo real, provisório ou definitivo, conforme a base utilizada | Permite selecionar registros de acordo com o nível de controle de qualidade necessário. |
| Estação | VSS, TTB e demais estações disponíveis | Seleção geográfica do local de observação. |
| Formato científico | Formatos padronizados adotados pelas bases geomagnéticas | Integração a programas e rotinas automatizadas de processamento. |
| Custo | Gratuito no serviço GEOMAG | Ampliação do acesso público e científico aos dados. |
9. Inovação instrumental no Observatório Nacional
O Observatório Nacional possui tradição no desenvolvimento e na calibração de instrumentação magnética. O Laboratório de Desenvolvimento de Sensores Magnéticos – LDSM trabalha com sensores e magnetômetros do tipo fluxgate, inclusive equipamentos de alta resolução construídos no próprio ON.
O laboratório também atua na calibração de instrumentos de medição magnética, determinação dos nortes geomagnético e geográfico, criação e atualização de raias de calibração e calibração de bússolas utilizadas em aplicações geológicas, aeronáuticas e marítimas.
Validação sobre telemetria LoRa
O material-base menciona desenvolvimento de transmissão por tecnologia LoRa, inclusive para localidades remotas e possível aplicação em Fernando de Noronha. A existência de desenvolvimento próprio de magnetômetros fluxgate pelo ON está confirmada nas páginas institucionais.
Entretanto, na revisão realizada para esta publicação, não foi localizada uma página oficial atual do ON que permita confirmar com segurança todos os detalhes operacionais originalmente mencionados sobre alcance de 5 km, implantação em Fernando de Noronha e configuração específica da telemetria LoRa. Esses elementos, portanto, não são apresentados aqui como características vigentes do serviço GEOMAG.
10. Preservação da memória científica de Tatuoca
Além da aquisição de novos registros digitais, o Observatório Nacional trabalha na recuperação de seu patrimônio científico histórico.
Uma das iniciativas documentadas envolve a digitalização de aproximadamente 50 anos de dados magnéticos de Tatuoca originalmente registrados de forma analógica em papel. A atividade ocorre em colaboração com pesquisadores da Universidade Federal do Pará e grupos de pesquisa parceiros.
A transformação de magnetogramas físicos em dados digitais facilita sua preservação, processamento computacional e utilização em estudos sobre a evolução de longo prazo do campo geomagnético.
11. Aplicações científicas e tecnológicas
Geofísica da Terra sólida
Investigação da evolução temporal do campo principal e da dinâmica do núcleo externo terrestre.
Geofísica espacial
Estudos da ionosfera, magnetosfera, Eletrojato Equatorial, tempestades geomagnéticas e atividade solar.
Setor produtivo
Subsídios para levantamentos geofísicos, prospecção mineral e petrolífera, instrumentação e calibração.
Os dados dos observatórios brasileiros já foram empregados em modelos globais do campo magnético, calibração de observações de satélite e pesquisas relacionadas à indústria mineral e de petróleo.
Também possuem importância para navegação, cartografia, georreferenciamento, orientação magnética, pesquisas envolvendo sistemas de posicionamento e estudos destinados à compreensão de riscos tecnológicos associados a perturbações geomagnéticas.
12. Serviços geofísicos correlatos do Observatório Nacional
A atuação do ON não se limita à disponibilização dos registros da Rede Geomagnética. A instituição mantém outros serviços e laboratórios relacionados à geofísica.
| Serviço ou estrutura | Escopo | Aplicações |
|---|---|---|
| Cálculo e levantamento de declinação magnética | Determinação de parâmetros relacionados à orientação magnética e norte verdadeiro. | Topografia, navegação, aeroportos, cartografia e levantamentos técnicos. |
| Desenvolvimento de sensores magnéticos | Projeto e construção de sensores e magnetômetros fluxgate de alta resolução. | Pesquisa, metrologia, instrumentação científica e aplicações tecnológicas. |
| Pool de Equipamentos Geofísicos – PEGBr | Infraestrutura multiusuária com equipamentos de sismologia, gravimetria, magnetometria e métodos eletromagnéticos. | Apoio a universidades, institutos de pesquisa e levantamentos de campo. |
| Rede Gravimétrica Fundamental do Brasil | Infraestrutura destinada a medições e dados relacionados ao campo de gravidade terrestre. | Geodesia, geofísica, modelos gravitacionais e estudos do território. |
| Petrofísica | Estudo das propriedades físicas de rochas e materiais geológicos. | Petróleo, gás, mineração e pesquisas acadêmicas. |
13. Atendimento e contato técnico do serviço
A Carta de Serviços do Gov.br indica a pesquisadora Dra. Kátia Jasbinschek dos Reis Pinheiro como referência para informações e dúvidas relacionadas ao serviço GEOMAG.
- Órgão responsável: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação – MCTI / Observatório Nacional.
- Serviço: Obter Dados Magnéticos – GEOMAG.
- Custo informado: gratuito.
- E-mail institucional divulgado: kpinheiro@on.br.
- Telefone divulgado: (21) 3504-9286.
14. Conclusão
O Serviço de Dados Geomagnéticos do Observatório Nacional constitui uma importante infraestrutura pública de ciência e tecnologia. A combinação entre séries históricas centenárias, observatórios permanentes, estações automatizadas, estações de repetição e cooperação científica internacional permite ao Brasil contribuir para o acompanhamento global do campo magnético terrestre.
Vassouras e Tatuoca ocupam posições particularmente relevantes por integrarem a INTERMAGNET e por estarem localizados em uma região de grande interesse geofísico, abrangendo fenômenos como a Anomalia Magnética do Atlântico Sul e o Eletrojato Equatorial.
A expansão da rede para o Pantanal e Tefé, a operação da estação de Macapá, a recuperação dos registros históricos de Tatuoca e o desenvolvimento nacional de instrumentação magnética contribuem para preservar e ampliar a capacidade científica brasileira.
Além da pesquisa básica sobre a dinâmica do planeta, os registros geomagnéticos possuem repercussões práticas em atividades relacionadas à geofísica aplicada, exploração de recursos naturais, satélites, navegação, cartografia, instrumentação, sistemas tecnológicos e estudos de clima espacial.
15. Fontes oficiais e referências consultadas
-
Portal Gov.br – Obter Dados Magnéticos (GEOMAG).
Consultar serviço oficial -
Observatório Nacional – Geomagnetismo / Estações Magnéticas.
Consultar página institucional -
Observatório Nacional – Observatório Magnético de Tatuoca.
Consultar publicação -
Observatório Nacional – Instrumentação em Geofísica / Metrologia – LDSM.
Consultar laboratório -
Observatório Nacional – Serviços da Geofísica.
Consultar serviços -
Observatório Nacional – Pool de Equipamentos Geofísicos.
Consultar infraestrutura -
Prefeitura de Macapá – Estação Magnética do Bioparque da Amazônia.
Fonte institucional complementar sobre a instalação da estação automatizada de Macapá em 2019. -
INTERMAGNET – International Real-time Magnetic Observatory Network.
Referência internacional para padrões, observatórios e disseminação de dados geomagnéticos.
Atualização editorial: conteúdo revisado com base em informações institucionais disponíveis até agosto de 2026. Procedimentos, interfaces eletrônicas, contatos e situação operacional de instalações científicas podem ser alterados pelos órgãos responsáveis.
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