Cemaden Educação: Como Participar e Prevenir Desastres

Guia de serviços públicos | Cemaden Educação

Percepção de Riscos e Educação em Desastres Naturais: guia completo do Cemaden

Entenda como participar das ações socioeducativas do Cemaden, cadastrar instituições, desenvolver projetos de ciência cidadã, aplicar as sete jornadas pedagógicas e fortalecer a prevenção de desastres nas comunidades.

Serviço federal gratuito Educação ambiental climática Proteção e Defesa Civil Ciência cidadã
O que você precisa saber: o Cemaden Educação é uma iniciativa pública de formação e mobilização para a redução de riscos de desastres. O serviço permite que instituições de ensino e representantes da Defesa Civil participem de atividades educativas e integrem uma rede colaborativa de prevenção.

1. O que é o Cemaden Educação?

O serviço denominado Participar de ações socioeducativas sobre percepção de riscos e educação em Desastres Naturais integra a Carta de Serviços do Governo Federal e é desenvolvido pelo Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).

Implantado em 2014, o Programa Cemaden Educação promove conhecimentos, práticas pedagógicas e participação comunitária para ampliar a capacidade de prevenção e resposta diante de ameaças ambientais, climáticas e geológicas.

A proposta ultrapassa a transmissão de informações sobre chuvas intensas, inundações e deslizamentos. Busca formar pessoas capazes de observar o território, compreender vulnerabilidades, interpretar dados e colaborar na construção de comunidades mais resilientes.

Origem e desenvolvimento histórico

O programa ampliou para a educação formal experiências relacionadas ao projeto Pluviômetros nas Comunidades. Entre 2014 e 2015, desenvolveu uma fase piloto em escolas públicas de Ensino Médio de Cunha, São Luiz do Paraitinga e Ubatuba, no Estado de São Paulo, em parceria com a Universidade Estadual Paulista (UNESP). Em 2015, as atividades alcançaram também escolas do Acre.

Essa trajetória ajudou a consolidar uma abordagem que combina educação científica, participação social e observação ambiental.

Gratuito

Participação institucional

Não há cobrança pelo serviço federal de cadastramento e participação nas ações socioeducativas.

Participativo

Escolas e comunidades

Educadores, estudantes, gestores e agentes da Defesa Civil podem desenvolver iniciativas conjuntas.

Preventivo

Proteção da vida

O conhecimento territorial é utilizado para fortalecer a cultura de prevenção e autoproteção.

2. Fundamentos legais e institucionais

A atuação socioeducativa do Cemaden relaciona-se à Política Nacional de Proteção e Defesa Civil, à educação ambiental e às normas de atendimento ao usuário dos serviços públicos.

Lei nº 12.608/2012 — Política Nacional de Proteção e Defesa Civil

Institui a PNPDEC e estabelece diretrizes de prevenção, mitigação, preparação, resposta e recuperação diante de desastres. Também promove a articulação entre políticas públicas, educação, pesquisa e gestão de riscos.

A legislação contempla a inclusão de conteúdos relacionados à proteção e defesa civil e à educação ambiental na educação básica, observada a legislação educacional vigente.

Lei nº 13.460/2017

Dispõe sobre a participação, proteção e defesa dos direitos dos usuários dos serviços públicos, incluindo atendimento respeitoso, acessível, eficiente, seguro e transparente.

Lei nº 10.048/2000

Regula o atendimento prioritário aos grupos legalmente contemplados, incluindo pessoas com deficiência, pessoas idosas, gestantes, lactantes e outras situações previstas na legislação.

O programa também se relaciona com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), a educação ambiental e as políticas de adaptação às mudanças climáticas.

Atenção jurídica: participar do Cemaden Educação não substitui as competências dos órgãos oficiais de Proteção e Defesa Civil, nem constitui autorização para emitir alertas públicos oficiais ou laudos técnicos de estabilidade de encostas e edificações.

3. Quem pode participar e como solicitar o serviço?

A Carta de Serviços do Gov.br identifica a sociedade em geral como público do serviço, estabelecendo como condição operacional a representação de instituição de ensino e/ou de órgãos de Defesa Civil.

ParâmetroInformação
ServiçoParticipar de ações socioeducativas sobre percepção de riscos e educação em Desastres Naturais
ÓrgãoCemaden / Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação
ClassificaçãoEducação e Pesquisa — Capacitações para todos
CustoGratuito
PúblicoSociedade em geral, mediante representação institucional conforme os requisitos do serviço
Primeira etapaCadastro da instituição, responsável e endereços das atividades
Prazo da primeira etapaAtendimento imediato, conforme a Carta de Serviços
Segunda etapaAguardar contato da equipe responsável
Prazo totalNão estimado previamente
Portaleducacao.cemaden.gov.br

Passo a passo do cadastramento

1

Acesse o portal oficial

Entre no Cemaden Educação e localize a área de participação ou cadastro da Rede Cemaden Educação.

2

Identifique a instituição

Informe os dados institucionais solicitados, o responsável pelo projeto e os locais onde serão desenvolvidas as atividades.

3

Apresente a proposta de participação

Conforme os campos disponíveis, indique as atividades ou iniciativas de educação em redução de riscos de desastres que pretende desenvolver.

4

Aguarde a equipe responsável

Após o registro, o Cemaden poderá entrar em contato por e-mail para esclarecer dúvidas e orientar a articulação pedagógica.

Consultar serviço no Gov.br ↗ Acessar Cemaden Educação ↗
Documentação e prazos: o procedimento publicado exige informações cadastrais da instituição, responsável e locais das atividades. A Carta de Serviços não estabelece um conjunto extenso de documentos comprobatórios nem prazo total definido. Eventuais informações complementares devem ser verificadas no formulário vigente.

4. A escola como Cemaden micro-local

Uma das principais referências conceituais do programa é a ideia de que cada escola pode funcionar como um Cemaden micro-local: um espaço de pesquisa, observação ambiental, produção de conhecimentos e participação comunitária.

Nessa abordagem, os desastres não são compreendidos apenas como consequência de fenômenos físicos. O risco também depende da exposição das pessoas, da vulnerabilidade socioeconômica, das condições de moradia, do planejamento urbano e das características ambientais do território.

Os três eixos metodológicos

1

Ciência cidadã

Estudantes e educadores realizam pesquisas, observam chuvas, investigam encostas, identificam alterações ambientais e produzem dados sobre o território.

As atividades relacionam conhecimentos científicos aos problemas vivenciados pelas comunidades.

2

Compartilhamento de informações

As informações coletadas podem ser organizadas, analisadas e compartilhadas em plataformas colaborativas, projetos de pesquisa e aplicativos de ciência cidadã.

O projeto Dados à Prova D’Água é um exemplo de iniciativa associada a esse campo de atuação.

3

Com-VidAção

A Comissão de Prevenção de Desastres e Proteção da Vida reúne estudantes, educadores, comunidade e parceiros para discutir vulnerabilidades e propor medidas preventivas.

Valoriza o protagonismo juvenil, o diálogo intergeracional e a cooperação com a Defesa Civil.

Governança comunitária e prevenção

A Com-VidAção inspira-se nas Comissões de Meio Ambiente e Qualidade de Vida (Com-Vida) e pode desenvolver diagnósticos territoriais, planos de ação, atividades de conscientização e articulações com os Núcleos Comunitários de Proteção e Defesa Civil (NUDECs ou NUPDECs, conforme a denominação local).

O princípio central é transformar a informação científica em práticas coletivas de proteção da vida.

5. As sete jornadas pedagógicas do Cemaden Educação

As Jornadas Pedagógicas são percursos de investigação e aprendizagem que conectam ciência cidadã, educação ambiental climática e redução de riscos de desastres.

O portal oficial apresenta sete jornadas. Cada uma reúne atividades organizadas em três níveis de aprofundamento, que podem ser desenvolvidas de forma independente, conforme o planejamento pedagógico.

01 — Pluvipet + App: Monitoramento Participativo de Chuvas

Objetivo: construir e utilizar pluviômetros, registrar precipitações e desenvolver a interpretação de dados meteorológicos locais.

Componentes relacionados: Matemática, Química, Biologia e Geografia.

Atividades e produtos possíveis: pluviômetros com garrafas PET, séries históricas de chuva, gráficos estatísticos, boletins escolares e registros colaborativos.

Aplicação: ampliar a percepção sobre chuvas intensas e seus possíveis efeitos no território.

02 — A Terra Desliza

Objetivo: compreender processos de movimentos de massa e fatores associados à instabilidade de encostas.

Componentes relacionados: Geografia, Física, Ciências da Natureza e História.

Atividades e produtos possíveis: experimentos de erosão, análise de declividade, observação de cobertura vegetal e mapas educativos de vulnerabilidade.

Aplicação: fortalecer a percepção de sinais e condições de risco, sem substituir vistorias profissionais ou avaliações da Defesa Civil.

03 — Cartografia Social: Espacializando os Riscos Socioambientais

Objetivo: elaborar representações participativas do território, identificando vulnerabilidades, recursos comunitários e locais relevantes para a prevenção.

Componentes relacionados: Geografia, Artes e Ciências Humanas.

Atividades e produtos possíveis: croquis, mapas falantes, registros territoriais e propostas de rotas de proteção a serem avaliadas com a Defesa Civil.

04 — Nossa Escola é Vulnerável?

Objetivo: analisar vulnerabilidades do ambiente escolar e refletir sobre as condições que podem ampliar os impactos de eventos adversos.

Componentes relacionados: Ciências da Natureza, Língua Portuguesa, Geografia e Sociologia.

Atividades e produtos possíveis: levantamentos educativos, relatórios de observação, identificação de problemas e propostas de melhorias.

Importante: avaliações estruturais conclusivas dependem de profissionais habilitados.

05 — Bacia Escola: A Bacia Hidrográfica como Território

Objetivo: compreender a bacia hidrográfica como unidade territorial para investigar água, ocupação urbana, drenagem e riscos de inundação.

Componentes relacionados: Geografia, Química, Biologia e Educação Ambiental.

Atividades e produtos possíveis: estudos de campo, mapas de drenagem, observação de cursos d’água e diagnósticos educativos sobre assoreamento e uso do solo.

06 — História Oral: Memória e Percepção das Mudanças no Clima

Objetivo: recuperar memórias e experiências de moradores sobre eventos extremos e transformações ambientais.

Componentes relacionados: História, Língua Portuguesa, Geografia e Sociologia.

Atividades e produtos possíveis: entrevistas, podcasts, acervos de memória, linhas do tempo e análises sobre mudanças na percepção comunitária dos riscos.

07 — Como Formar uma Com-VidAção

Objetivo: organizar uma comissão participativa para pesquisar vulnerabilidades, compartilhar conhecimentos e propor ações de prevenção.

Componentes relacionados: Sociologia, Filosofia, Ciências Humanas e práticas de cidadania.

Atividades e produtos possíveis: reuniões comunitárias, acordos de convivência, atas, planos anuais de ação, campanhas e atividades educativas com a Defesa Civil.

Explorar as jornadas oficiais ↗
Integração curricular: as relações entre jornadas e componentes escolares são sugestões de aplicação interdisciplinar. O planejamento deve considerar a BNCC, o projeto pedagógico da instituição e as condições locais de segurança.

6. Campanha Nacional #AprenderParaPrevenir

Criada em 2016, a Campanha Nacional #AprenderParaPrevenir mobiliza escolas, universidades, órgãos públicos, organizações sociais e comunidades para desenvolver iniciativas de educação e prevenção de desastres.

A mobilização dialoga com o Dia Internacional para a Redução do Risco de Desastres, celebrado em 13 de outubro, e incentiva a criação de campanhas locais que valorizem conhecimentos científicos e saberes comunitários.

9ª edição — Cidades sem Risco

A nona edição, realizada no ciclo 2025–2026, destacou a prevenção de riscos em favelas, periferias e territórios vulneráveis, em articulação com a Secretaria Nacional de Periferias do Ministério das Cidades e instituições parceiras.

A iniciativa promoveu atividades formativas, mobilização territorial e reconhecimento de projetos voltados à adaptação climática, comunicação comunitária e prevenção de desastres.

O encerramento do ciclo ocorreu em junho de 2026. A participação em edições futuras depende de novos editais, regulamentos e calendários divulgados pelos organizadores.

Como uma instituição pode se preparar?

  1. Identificar os riscos e vulnerabilidades prioritários do território.
  2. Formar um grupo com estudantes, professores e representantes comunitários.
  3. Escolher um tema de prevenção e uma estratégia de mobilização.
  4. Produzir materiais educativos, registros de campo e evidências das atividades.
  5. Acompanhar as regras e os prazos publicados para cada edição.
Conhecer a campanha ↗

7. Capacitação continuada e recursos didático-científicos

Além das jornadas, o Cemaden Educação disponibiliza materiais pedagógicos, publicações, projetos de pesquisa, jogos, conteúdos audiovisuais e informações sobre oportunidades formativas.

As ações podem incluir cursos a distância, oficinas, webinários e atividades presenciais, conforme a programação institucional.

Há referências a percursos formativos de até 120 horas, abrangendo educação ambiental climática, gestão de riscos de desastres e ciência cidadã. Entretanto, a carga horária, a organização modular e a disponibilidade das turmas devem ser confirmadas no catálogo vigente da Escola Virtual de Governo (EV.G/ENAP) ou no portal do Cemaden Educação.

RecursoConteúdoAplicação
Nós no Clima da Mudança: Caminhos de Educação e Justiça Climática (2025) Coleção de materiais sobre educação climática e justiça socioambiental, com abordagens para diferentes etapas escolares. Planejamento de atividades e debates sobre desigualdades, clima e prevenção.
Educação em Clima de Riscos de Desastres (referência editorial de 2024) Discussões conceituais sobre riscos, vulnerabilidades e educação para prevenção. Fundamentação teórica para educadores e pesquisadores.
Prevenção de Deslizamentos se Aprende na Escola (2023) Referências metodológicas sobre ciência cidadã, investigação de encostas e prevenção. Atividades educativas e experimentos supervisionados.
Diretrizes de Educação Ambiental Climática (2023) Subsídios para integrar mudanças climáticas, educação e gestão de riscos. Planejamento curricular e formação docente.
Dados à Prova D’Água Projeto de pesquisa e ciência cidadã relacionado à produção e ao compartilhamento de dados sobre água e riscos. Monitoramento participativo e aprendizagem baseada em dados.

As referências editoriais acima são apresentadas como materiais associados ao campo de atuação do programa. Recomenda-se consultar a Midiateca oficial para verificar títulos, versões, formatos, licenças e disponibilidade.

Consultar materiais do Cemaden ↗ Consultar cursos na EV.G ↗

8. Mobilização nacional e indicadores de alcance

O Cemaden Educação consolidou uma rede de iniciativas que envolve instituições de ensino, comunidades, pesquisadores, gestores públicos e profissionais de proteção civil.

Levantamentos institucionais divulgados ao longo da trajetória do programa fazem referência a mais de 15 mil pessoas alcançadas por capacitações, mais de mil escolas e comunidades parceiras, centenas de recursos educativos e ações distribuídas por municípios de todas as regiões brasileiras.

Também foram reportados, em balanços históricos relacionados às campanhas, 833 instituições participantes, 1.029 ações, mais de 400 recursos pedagógicos e presença em 382 municípios.

Sobre os indicadores: esses quantitativos são referências históricas do material de base e não foram confirmados como balanço consolidado atualizado em outubro de 2026. Os períodos e critérios de contagem podem variar. Para utilização estatística formal, consulte os relatórios oficiais do Cemaden.

Na nona edição da campanha, o programa ampliou a mobilização de territórios periféricos e reconheceu iniciativas comunitárias desenvolvidas no ciclo 2025–2026.

Os resultados demonstram a relevância de redes educativas que aproximam a pesquisa científica das necessidades concretas das populações expostas a eventos extremos.

9. Canais oficiais de atendimento e controle social

O relacionamento com o Cemaden pode ocorrer por canais digitais, atendimento institucional e mecanismos de ouvidoria pública.

Portal Cemaden Educação

Informações sobre cadastro, jornadas pedagógicas, materiais, projetos e campanhas.

Acessar portal oficial ↗

Suporte pedagógico

Contato para dúvidas sobre participação e atividades da rede.

educacao@cemaden.gov.br

Contato institucional

Canal geral indicado na Carta de Serviços para instituições interessadas.

contato@cemaden.gov.br

Ouvidoria — Fala.BR

Registro de reclamações, elogios, sugestões, solicitações e denúncias, conforme as funcionalidades da plataforma.

Acessar Fala.BR ↗

Visitas institucionais e científicas

Instituições interessadas em conhecer as instalações do Cemaden, inclusive suas atividades de monitoramento, devem consultar os procedimentos específicos de agendamento de visitas no portal oficial.

A realização de visitas está sujeita às condições institucionais, à disponibilidade e às regras de segurança.

Consultar o portal institucional do Cemaden ↗

Direitos do usuário

O atendimento público deve observar os princípios da Lei nº 13.460/2017, incluindo respeito, acessibilidade, cortesia, igualdade, segurança, eficiência e presunção de boa-fé.

O atendimento prioritário segue a Lei nº 10.048/2000 e suas atualizações, sem prejuízo das demais normas de acessibilidade aplicáveis.

10. Governança, responsabilidades e segurança das atividades

A governança do Cemaden Educação baseia-se na cooperação entre ciência, educação, gestão pública e participação comunitária.

O programa incentiva a produção de conhecimento local, mas as ações devem respeitar a competência dos órgãos responsáveis pela gestão de emergências e pela proteção da população.

Responsabilidades da instituição participante

  • Planejar atividades adequadas à idade dos estudantes.
  • Identificar responsáveis pelas ações educativas.
  • Observar protocolos de segurança em trabalhos de campo.
  • Respeitar a privacidade e a proteção de dados pessoais.
  • Articular intervenções com autoridades competentes.

Boas práticas de prevenção

  • Utilizar informações de fontes oficiais.
  • Evitar a entrada em encostas instáveis e áreas inundadas.
  • Não transformar medições escolares em alertas oficiais.
  • Solicitar apoio da Defesa Civil para atividades de maior risco.
  • Manter registros e revisar periodicamente os planos educativos.

As atividades também devem observar os cuidados necessários com entrevistas, fotografias, registros de crianças e adolescentes e tratamento de dados pessoais, conforme a legislação aplicável.

11. Conclusão: educação como instrumento de resiliência comunitária

O Cemaden Educação demonstra que a prevenção de desastres depende tanto do conhecimento científico quanto da capacidade das comunidades de compreender e utilizar as informações disponíveis.

Ao aproximar escolas, pesquisadores, Defesa Civil e moradores, o programa fortalece a percepção de riscos e amplia as possibilidades de participação social nas decisões sobre o território.

A combinação de ciência cidadã, jornadas pedagógicas e Com-VidAção favorece a formação de uma cultura preventiva, na qual estudantes e educadores atuam como multiplicadores de conhecimentos.

Em um cenário de intensificação dos eventos climáticos extremos, a educação ambiental climática representa uma dimensão relevante das políticas de adaptação, justiça socioambiental e proteção da vida.

12. Fontes oficiais e referências

Conteúdo elaborado com base em informações institucionais, legislação federal e materiais educacionais. Consulta editorial: outubro de 2026.

  1. Gov.br — Participar de ações socioeducativas sobre percepção de riscos e educação em Desastres Naturais.
  2. Cemaden Educação — Portal oficial do programa.
  3. Cemaden Educação — Jornadas Pedagógicas.
  4. Cemaden Educação — Como Formar uma Com-VidAção.
  5. Cemaden Educação — Campanha #AprenderParaPrevenir.
  6. Cemaden Educação — Balanço da nona campanha, 2026.
  7. Lei Federal nº 12.608/2012 — Política Nacional de Proteção e Defesa Civil.
  8. Lei Federal nº 13.460/2017 — Direitos dos usuários de serviços públicos.
  9. Lei Federal nº 10.048/2000 — Atendimento prioritário.
  10. Escola Virtual de Governo — Catálogo de cursos.
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Nota editorial: as informações são de caráter orientativo e podem ser atualizadas pelos órgãos responsáveis. Antes de realizar solicitações, consulte os requisitos e os canais oficiais vigentes.