Programa Academia & Futebol: Regras e Adesão

Ministério do Esporte • Políticas Públicas • Futebol

Programa Academia & Futebol: Funcionamento, Regras, Recursos e Adesão

Guia técnico sobre a estrutura institucional, os três pilares de atuação, a implantação de núcleos esportivos, os instrumentos de financiamento, a participação de universidades e institutos federais e os procedimentos administrativos do Programa Academia & Futebol.

Resumo direto:

O Programa Academia & Futebol é uma iniciativa federal vinculada ao Ministério do Esporte, desenvolvida por meio da Secretaria Nacional de Futebol e Defesa dos Direitos do Torcedor (SNFDT).

A política pública reúne três objetivos: ampliar o acesso gratuito à prática do futebol, futsal e futebol de praia; incentivar pesquisas científicas; e promover cursos e eventos de formação profissional.

A participação institucional é direcionada a universidades federais e institutos federais, mediante os procedimentos de seleção, formalização e execução aplicáveis.

1. Contexto institucional e objetivos

O Programa Academia & Futebol integra as políticas públicas federais de incentivo ao esporte e à produção de conhecimento científico relacionado ao futebol e suas modalidades.

Sua execução é desenvolvida pela Secretaria Nacional de Futebol e Defesa dos Direitos do Torcedor (SNFDT), vinculada ao Ministério do Esporte.

A iniciativa combina atividades esportivas orientadas, desenvolvimento acadêmico e formação profissional, buscando ampliar o acesso da população ao esporte e fortalecer a produção científica brasileira.

O programa contempla futebol de campo, futsal e futebol de praia, também denominado beach soccer.

Público beneficiário

  • Crianças e adolescentes de 6 a 17 anos.
  • Jovens de 18 a 23 anos.
  • Pessoas com deficiência.
  • Estudantes da educação básica.
  • Pesquisadores e estudantes universitários.
  • Professores e profissionais vinculados ao futebol.
  • Gestores e interessados na formação esportiva.
Gratuidade: o serviço federal é gratuito ao cidadão. A participação nos núcleos depende da existência de projetos implantados, da disponibilidade de vagas e dos critérios de atendimento da unidade executora.

2. Governança institucional e instrumentos de cooperação

A governança do programa envolve o Ministério do Esporte, a SNFDT e as instituições federais de ensino responsáveis pela execução dos projetos aprovados.

A administração federal estabelece as diretrizes programáticas, analisa as propostas e acompanha a execução das ações, conforme as competências e os instrumentos formalizados.

Dimensão Descrição
Órgão gestor Ministério do Esporte, por meio da Secretaria Nacional de Futebol e Defesa dos Direitos do Torcedor.
Instituições participantes Universidades federais e institutos federais.
Público esportivo Crianças, adolescentes, jovens e pessoas com deficiência, conforme as diretrizes do programa.
Público acadêmico Pesquisadores, docentes, estudantes universitários e profissionais interessados nas modalidades.
Instrumento de execução Termo de Execução Descentralizada (TED), quando aplicável, acompanhado de plano de trabalho.
Origem dos recursos Dotações orçamentárias federais, inclusive aquelas relacionadas a editais e emendas parlamentares.
Custo ao cidadão Serviço gratuito.

Termo de Execução Descentralizada — TED

O TED é um instrumento utilizado para a descentralização de créditos orçamentários entre órgãos ou entidades integrantes dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social da União, observadas as condições legais aplicáveis.

Sua finalidade é permitir a execução descentralizada de ações de interesse da administração pública federal, mediante responsabilidades, metas e condições formalmente estabelecidas.

No contexto do Academia & Futebol, o instrumento pode viabilizar a execução de projetos por instituições federais de ensino.

A descentralização orçamentária não deve ser confundida com transferência bancária convencional de recursos a entidades privadas.

Responsabilidades das instituições executoras

  • Apresentar projeto tecnicamente fundamentado.
  • Demonstrar capacidade institucional de execução.
  • Disponibilizar infraestrutura compatível.
  • Definir responsáveis técnicos e administrativos.
  • Executar as atividades previstas no plano aprovado.
  • Controlar os recursos e documentar as despesas.
  • Monitorar indicadores e metas estabelecidos.
  • Apresentar relatórios e documentos de cumprimento do objeto.

3. Matriz programática: os três pilares do programa

O Programa Academia & Futebol está estruturado em três frentes complementares, que integram prática esportiva, produção científica e formação continuada.

01. Vivência esportiva

Oferta de atividades orientadas de futebol, futsal e futebol de praia para crianças, adolescentes e jovens.

02. Pesquisa científica

Apoio à estruturação de estudos e pesquisas sobre futebol, futsal e direitos dos torcedores.

03. Formação profissional

Realização de cursos, congressos, seminários e eventos para difusão do conhecimento.

Pilar Abrangência Resultados esperados
Núcleos de vivência esportiva Futebol de campo, futsal e futebol de praia. Aulas, desenvolvimento motor, inclusão, socialização e acesso ao esporte.
Centros de estudos e pesquisas Ciências do esporte, gestão, sociologia, futebol e direitos do torcedor. Pesquisas, artigos, livros, relatórios técnicos e publicações.
Eventos e cursos Pedagogia esportiva, gestão, arbitragem e formação continuada. Cursos presenciais ou a distância, congressos, seminários e capacitações.

3.1. Núcleos de Vivência Esportiva

O primeiro pilar promove o esporte como instrumento de formação cidadã, inclusão social e desenvolvimento de habilidades físicas e comportamentais.

A metodologia pedagógica pode contemplar três dimensões:

  • Procedimental: aprendizagem de movimentos, fundamentos técnicos, regras e estratégias das modalidades.
  • Conceitual: conhecimento sobre história do futebol, cuidados com o corpo, alimentação, segurança e organização esportiva.
  • Atitudinal: respeito, disciplina, cooperação, solidariedade e convivência coletiva.

A execução deve considerar acessibilidade, inclusão de pessoas com deficiência e adaptações pedagógicas adequadas às necessidades dos participantes.

3.2. Centros de Excelência e Estudos do Futebol e Futsal

O segundo pilar busca fortalecer a pesquisa científica sobre futebol, futsal e temas relacionados.

Projetos acadêmicos podem envolver centros ou grupos de pesquisa especializados, inclusive estruturas identificadas como Centros de Excelência em Estudos do Futebol e Futsal (CEEF), quando previstas nos respectivos projetos.

As linhas de investigação podem abranger:

  • Fisiologia do exercício e desempenho esportivo.
  • Biomecânica e análise dos movimentos.
  • Metodologias de ensino e treinamento.
  • Gestão e administração esportiva.
  • Sociologia do futebol e comportamento das torcidas.
  • Segurança em eventos esportivos.
  • Direitos dos torcedores e governança esportiva.
  • Inclusão e acessibilidade no esporte.

Entre os resultados possíveis estão artigos científicos, livros, relatórios, manuais técnicos e apresentações em congressos.

Importante: a denominação CEEF e a estruturação específica dos centros devem ser verificadas nas diretrizes e nos projetos aprovados.

A carta geral do serviço confirma o apoio à pesquisa científica, mas não estabelece um modelo único de organização acadêmica.

3.3. Eventos científicos e formação continuada

O terceiro pilar busca ampliar a circulação do conhecimento produzido nas instituições participantes.

As atividades podem envolver congressos, seminários, simpósios, fóruns temáticos e cursos de capacitação.

Os conteúdos podem abordar pedagogia do treinamento, arbitragem, gestão esportiva, mediação de conflitos, governança e direitos dos torcedores.

A formação poderá ocorrer presencialmente ou por educação a distância, conforme a proposta aprovada e a infraestrutura disponível.

4. Dimensionamento técnico dos núcleos esportivos

O planejamento dos núcleos esportivos deve considerar o público atendido, a capacidade das instalações, a disponibilidade de profissionais e a carga horária necessária ao desenvolvimento das atividades.

O dimensionamento pode utilizar parâmetros de referência para estimar custos, quantidade de turmas, necessidade de materiais e organização das aulas.

Parâmetros de planejamento apresentados

Parâmetro Referência técnica Condição de aplicação
Capacidade por núcleo 150 participantes Referência de planejamento; depende do projeto aprovado.
Organização das turmas Mínimo de quatro turmas Modelo possível de distribuição dos participantes.
Média por turma 37 a 38 participantes Estimativa matemática para quatro turmas e 150 participantes.
Frequência semanal Três encontros Referência de organização pedagógica, sujeita às diretrizes específicas.
Duração dos encontros 90 minutos Parâmetro indicativo, não confirmado como regra universal.
Atendimento técnico semanal 20 horas Referência de dimensionamento da equipe e da infraestrutura.
Público prioritário 6 a 17 anos e 18 a 23 anos Faixas etárias indicadas na carta oficial.
Localização Campus ou espaço esportivo parceiro. Depende da infraestrutura disponível e da formalização de seu uso.

Atenção à interpretação dos números: os parâmetros de 150 participantes, quatro turmas, três encontros semanais, 90 minutos por sessão e 20 horas de atendimento não estão detalhados como obrigações gerais na carta federal consultada.

Eles somente devem ser tratados como exigências quando constarem expressamente de edital, diretriz metodológica aplicável ou plano de trabalho aprovado.

Organização das atividades

Uma instituição pode estruturar sua programação em dias alternados, como segundas, quartas e sextas-feiras ou terças, quintas-feiras e sábados.

Essa distribuição favorece a organização das equipes, a utilização das instalações e a regularidade das atividades.

Entretanto, o calendário definitivo deve respeitar as condições do projeto, as características do público e a disponibilidade dos espaços.

Localização e acessibilidade

Os núcleos podem utilizar instalações esportivas da instituição executora ou espaços disponibilizados mediante instrumentos de cooperação.

Na seleção dos locais, recomenda-se considerar:

  • Proximidade das comunidades atendidas.
  • Segurança das instalações.
  • Acessibilidade para pessoas com deficiência.
  • Disponibilidade de equipamentos adequados.
  • Condições sanitárias e de manutenção.
  • Facilidade de acesso por transporte público.
  • Compatibilidade com o número de participantes.

5. Estrutura de recursos humanos e financiamento

A execução de projetos esportivos e científicos exige organização de recursos humanos, materiais e financeiros.

O plano de trabalho deve estabelecer as funções necessárias, os custos previstos, os períodos de execução e os resultados esperados.

Equipe técnica e administrativa

Função Perfil de referência Atribuições Duração indicativa
Coordenador-geral Docente ou profissional designado pela instituição executora. Gestão do projeto, acompanhamento das metas e relatórios. Até 24 meses, quando previsto.
Professor de Educação Física Profissional habilitado, observadas as exigências legais de exercício profissional. Planejamento e realização das aulas, avaliação pedagógica e controle de frequência. 21 meses, quando previsto.
Monitor esportivo Estudante de graduação ou profissional com perfil definido no projeto. Apoio às aulas, organização de materiais e acompanhamento das atividades. 21 meses, quando previsto.
Bolsista de iniciação científica Estudante vinculado a projeto acadêmico. Coleta e organização de dados, pesquisas e relatórios. Conforme plano de bolsas.
Docentes e palestrantes Especialistas e profissionais com qualificação compatível. Cursos, conferências, seminários e capacitações. Conforme programação.
Apoio técnico e operacional Equipe administrativa ou prestadores habilitados para as atividades. Credenciamento, logística, secretariado e suporte a eventos. Conforme necessidade.

A coordenação-geral poderá ser atribuída a profissional integrante da instituição, conforme as exigências do instrumento de formalização.

Os professores e monitores desempenham papel fundamental na realização das atividades, no acompanhamento dos participantes e na organização pedagógica dos núcleos.

A vinculação de estudantes universitários às atividades também pode contribuir para a formação prática e acadêmica.

Períodos de execução

Projetos podem prever períodos distintos para implantação, execução das atividades e encerramento administrativo.

Os prazos de 21 meses para determinadas atividades e até 24 meses para coordenação e conclusão constituem referências que dependem de previsão expressa no instrumento aprovado.

Despesas e objetos de financiamento

Conforme as regras orçamentárias, o edital e o plano de trabalho, os recursos poderão contemplar:

  • Bolsas acadêmicas e de pesquisa.
  • Serviços técnicos e atividades docentes.
  • Materiais esportivos e pedagógicos.
  • Bolas, coletes, cones e outros equipamentos.
  • Materiais de identificação e uniformes.
  • Produção e divulgação de pesquisas.
  • Editoração e publicação de materiais científicos.
  • Organização de congressos e seminários.
  • Serviços logísticos e operacionais necessários.

Regra financeira: a possibilidade de custear determinado item não representa autorização automática para sua contratação ou pagamento.

Cada despesa deve possuir enquadramento orçamentário adequado, previsão no plano aprovado e compatibilidade com as normas aplicáveis.

6. Como funciona a adesão institucional

A participação de universidades e institutos federais ocorre por meio de procedimentos de formalização de projetos.

Segundo a carta oficial do serviço, a forma de acesso pode envolver edital ou emenda parlamentar.

Etapas do procedimento

  1. Identificação da oportunidade
    Verificar a existência de edital, disponibilidade orçamentária ou indicação de emenda parlamentar.
  2. Elaboração do projeto
    Definir objetivos, público beneficiário, estrutura física, equipe, metas, cronograma e orçamento.
  3. Apresentação da documentação
    Encaminhar os documentos institucionais e técnicos exigidos para a modalidade de formalização.
  4. Análise administrativa
    A proposta será examinada pelos setores competentes, podendo ser solicitados ajustes e esclarecimentos.
  5. Formalização da execução
    Celebrar o instrumento cabível, como o TED, quando aplicável, observando as exigências de assinatura e publicidade.
  6. Implantação das atividades
    Organizar a equipe, disponibilizar os espaços e iniciar as atividades previstas no projeto aprovado.
  7. Monitoramento e encerramento
    Acompanhar indicadores, documentar resultados e apresentar os relatórios exigidos.

Formas de acesso aos recursos

Editais

A instituição acompanha as oportunidades de seleção divulgadas pelos canais oficiais e apresenta sua proposta conforme as regras do edital.

Emendas parlamentares

A proposta poderá estar vinculada à destinação de recursos por emenda, observadas as regras orçamentárias e os procedimentos de execução.

Formalização

A instituição apresenta documentação, plano de trabalho e demais elementos necessários à celebração do instrumento aplicável.

Documentos normalmente relevantes

  • Ofício ou manifestação institucional.
  • Identificação da instituição proponente.
  • Plano de trabalho.
  • Justificativa e objetivos do projeto.
  • Descrição das atividades esportivas e científicas.
  • Metas e indicadores de desempenho.
  • Cronograma de execução.
  • Plano de aplicação dos recursos.
  • Identificação dos responsáveis pela execução.
  • Informações sobre infraestrutura e equipe.
  • Documentos adicionais exigidos pelo edital ou órgão gestor.

A relação acima é orientativa. A documentação efetivamente obrigatória será aquela estabelecida no procedimento administrativo aplicável.

7. Prazos e canais oficiais de atendimento

A carta de serviços do Governo Federal não apresenta prazo estimado para conclusão do procedimento de participação institucional.

Os prazos variam conforme a origem dos recursos, a análise administrativa e as exigências da formalização.

Chamamento por edital

Nos procedimentos vinculados a editais, a instituição deve observar o período de apresentação de propostas e as demais datas estabelecidas no instrumento convocatório.

A carta oficial informa que a formalização deve observar o exercício vigente. Isso não substitui a necessidade de verificar as regras específicas do edital.

Emendas parlamentares

Nos projetos vinculados a emendas, devem ser observados os calendários orçamentários e administrativos aplicáveis, inclusive eventuais prazos de indicação, ajustes técnicos e formalização.

Prazo oficial de atendimento: não estimado na carta de serviços consultada.

Canais de informação

O Governo Federal disponibiliza a página oficial do Programa Academia e Futebol:

Acessar o serviço Participar do Programa Academia e Futebol

O acompanhamento institucional também pode ser realizado pelo portal do Ministério do Esporte:

Portal oficial do Ministério do Esporte

E-mail informado na carta de serviços

A página federal apresenta o endereço:

snfdt@cidadania.gov.br

Atenção: o endereço utiliza domínio associado à antiga estrutura do Ministério da Cidadania.

Embora conste na carta oficial, recomenda-se confirmar sua disponibilidade e os canais atuais diretamente com o Ministério do Esporte antes de enviar documentos ou informações institucionais.

8. Monitoramento, controle e prestação de contas

A execução de projetos financiados com recursos públicos federais exige controles administrativos, financeiros e operacionais.

A instituição executora deve demonstrar a realização das atividades previstas, o cumprimento das metas e a adequada utilização dos recursos.

Indicadores de acompanhamento

  • Quantidade de participantes atendidos.
  • Número de turmas implantadas.
  • Frequência dos beneficiários.
  • Quantidade de atividades realizadas.
  • Execução do cronograma previsto.
  • Produção científica desenvolvida.
  • Artigos e publicações produzidos.
  • Cursos e eventos realizados.
  • Participação de pessoas com deficiência.
  • Execução financeira do projeto.

Relatórios e documentação

O acompanhamento poderá envolver relatórios periódicos, registros de frequência, documentos de execução, demonstrativos financeiros e relatório final de cumprimento do objeto.

As obrigações específicas dependem do instrumento celebrado e das normas de execução orçamentária aplicáveis.

Principais riscos administrativos

  • Execução de despesas não previstas.
  • Descumprimento de metas.
  • Ausência de documentação comprobatória.
  • Incompatibilidade entre gastos e objeto aprovado.
  • Fragilidade no controle de frequência.
  • Alterações de projeto sem autorização necessária.
  • Descumprimento dos prazos de relatórios.
  • Problemas de acessibilidade e segurança.

A organização prévia dos controles reduz riscos de inconsistências e facilita a demonstração dos resultados alcançados.

9. Checklist para universidades e institutos federais

Antes de iniciar a formalização, a instituição interessada deve verificar os principais requisitos administrativos e operacionais.

  • Confirmar a elegibilidade institucional.
  • Consultar oportunidades e orientações oficiais.
  • Identificar a origem dos recursos.
  • Verificar as exigências do edital ou procedimento.
  • Definir a coordenação responsável.
  • Elaborar o plano de trabalho.
  • Estabelecer metas e indicadores.
  • Dimensionar o público beneficiário.
  • Definir as modalidades esportivas.
  • Verificar infraestrutura e acessibilidade.
  • Planejar a equipe técnica.
  • Organizar orçamento e cronograma.
  • Verificar a possibilidade de bolsas e contratações.
  • Apresentar a documentação exigida.
  • Acompanhar eventuais diligências.
  • Formalizar o instrumento administrativo.
  • Executar as atividades autorizadas.
  • Manter registros de execução e despesas.
  • Apresentar relatórios e documentos finais.

10. Conclusão: integração entre esporte, ciência e cidadania

O Programa Academia & Futebol constitui uma iniciativa federal que integra a prática esportiva, a pesquisa científica e a formação profissional.

Sua estrutura permite que universidades e institutos federais participem da execução de ações destinadas à ampliação do acesso ao futebol, ao futsal e ao futebol de praia.

Ao aproximar a infraestrutura acadêmica das necessidades sociais, o programa contribui para a formação esportiva de crianças e jovens e para o desenvolvimento de pesquisas aplicadas.

A produção de artigos, livros, relatórios técnicos, cursos e eventos também fortalece a difusão do conhecimento e o aperfeiçoamento das práticas de gestão e formação esportiva.

Para as instituições interessadas, a participação exige planejamento, capacidade operacional, observância das regras orçamentárias e adequada formalização dos instrumentos de execução.

O acompanhamento das diretrizes oficiais é essencial para verificar a disponibilidade de oportunidades, os critérios de financiamento e os parâmetros efetivamente exigidos em cada projeto.

11. Fontes oficiais e referências

  1. Governo Federal — Programa Academia e Futebol.
    Carta oficial do serviço, público atendido, objetivos, participação institucional, etapas e gratuidade.
    Consultar fonte oficial
  2. Ministério do Esporte.
    Informações institucionais, políticas públicas e canais oficiais.
    Consultar Ministério do Esporte
  3. Decreto Federal nº 10.426/2020.
    Disciplina a descentralização de créditos entre órgãos e entidades integrantes dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social da União mediante TED.
    Consultar legislação
  4. Lei Federal nº 13.460/2017.
    Participação, proteção e defesa dos direitos dos usuários dos serviços públicos.
    Consultar legislação
  5. Lei Federal nº 14.597/2023.
    Lei Geral do Esporte, referência para a organização e o desenvolvimento das atividades esportivas no Brasil.
    Consultar legislação

Data da consulta: 09/10/2026. A carta do serviço federal consultada apresentava atualização em 15/12/2025.

Nota técnica: este conteúdo possui finalidade informativa. Os parâmetros de turmas, quantidade de participantes, carga horária, composição de equipes e duração de projetos são referências de planejamento quando não expressamente estabelecidos em norma, edital ou instrumento aprovado.

A execução de projetos e a aplicação de recursos dependem da análise das normas vigentes, das condições orçamentárias e dos instrumentos administrativos específicos.